Ronaldo. Brilha muito no Palmeiras

Equipe Ludopédio

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Próximo do Natal de 1974, a torcida corinthiana era maioria absoluta dos mais de 120 mil espectadores que estiveram no Estádio do Morumbi, naquele domingo nublado.

A partida era a decisiva do Campeonato Paulista de 1974. Os arqui-rivais Corinthians e Palmeiras se encontravam em uma final novamente quase 20 anos depois. E quase 20 anos era o tempo do jejum de títulos corinthianos.

A “Fiel” aguardava anciosamente a vitória, mas ela não veio. Quem venceu, pelo placar mínimo de 1 a 0, foi o Palmeiras.

O herói? Ronaldo. O atacante, primo do tricampeão Tostão, fez, aos 24 minutos do segundo tempo, em um chute forte, indefensável, o gol que deu mais um título à academia de Ademir da Guia, e manteve o jejum do maior rival.

Rivelino, o “Reizinho do Parque”, foi culpado pela derrota pela torcida corinthiana e nunca mais jogou no Timão, sendo vendido ao Fluminense.

O Palmeiras entrou em campo com Leão; Jair Gonçalves, Luís Pereira, Alfredo Mostarda e Zeca; Dudu e Ademir da Guia; Edu, Leivinha, Ronaldo e Nei.

O Corinthians tinha Buttice; Zé Maria, Brito, Ademir e Wladimir; Tião e Rivellino; Vaguinho, Zé Roberto, Lance e Adãozinho (Pita).