Sinopse
A opção do autor ao abordar o futebol foi clássica: trata-se de aclarar, ao longo de uma periodização que remete à história do tempo presente, as relações entre Estado e futebol, muito especialmente os Estados autoritários, as formas de apropriação do prestígio de um esporte de massa e a tentativa de galvanizar em proveito próprio a fama de jogadores ou escretes. Numa outra abordagem, mais polêmica, busca o autor a relação entre a constituição de selecionados nacionais e a projeção de um imaginário sobre a Nação, como verdadeiro ersatz para as grandes dispustas internacionais. Da mesma forma, alguns selecionados constituíram-se claramente em elementos paralelos, embora em nada secundários, na consolidação da idéia de Nação, do orgulho e da consciência de ser parte de uma comunidade nacional.
Páginas
272
Sumário
Prefácio, 9
Teixeira Heizer
Apresentação, 13
Francisco Carlos Teixeira da Silva
Capítulo 1 - Batalhas no campo, batalhas na vida, 17
Capítulo 2 - A estetização da política e a fascinação do futebol, 53
Capítulo 3 - Fute[bol e política no "socialismo real", 107
Capítulo 4 - Populistas, ditadores e guerrilheiros, 137
Capítulo 5 - Velhos impérios, novas nações, 199
Capítulo 6 - Torcedores e nova direita: violência e (des)controle, 231
Conclusão - Futebol, mundialização e mídia, 261
Bibliografia, 270




