Sinopse
A divisa do futebol-força pode ser identificada na crítica de Ferruccio Valcarregio, então treinador da Fiorentina, às atuações de Sócrates no campeonato italiano: “Precisamos de um jogador que corra e não que pense”. Ao contrário, porém, dessa concepção que pretende desvincular o ato de jogar do ato de pensar e reduzir o trabalhador da bola à condição de mero comandado dos especialistas que o cercam e dirigem, o projeto da Democracia Corinthiana empreende a luta para reconciliar corpo e alma, religar o atleta ao cidadão, reunir a dimensão estética do futebol-arte à dimensão ética do futebol como prática de liberdade.
Área de concentração
Antropologia do esporte
Páginas
512
Tema
Futebol; Corinthians; Democracia Corinthiana
Sumário
Introdução, 11
Capítulo 1 - Os andarilhos da bola, 43
Capítulo 2 - Timão: nau dos loucos, 145
Capítulo 3 - A República do futebol, 307
Epílogo, 481
Referências, 501




