3 x 0: Chê era o Guevara

30ª rodada do Brasileirão:

Flamengo 3 x 0 Inter-RS.

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
17/10/2010

Adílio

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
15/06/2011

Brasileiro

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
14/10/2010

Cartola

Os que foram obrigados ao castelhano eram nativos.
Aqui tudo era estrangeiro. A língua veio com o português que a impôs ao escravo negro, objeto pra ser gasto, também estrangeiro. Aos nativos, a terra de ninguém, arrasada.
Comeu-se o bispo Sardinha, mas a digestão só foi feita adiante, muito depois, por Charles Miller.
O football então virará futebol, porque ludopédio, convenhamos.
De objeto a sujeito, não propriamente; melhor adjunto, que aparece junto ao nome do artilheiro, do craque, "o negro no futebol brasileiro", só admitido assim entre aspas, no ambiente de chinampa. Era o que deveria ter feito Lima barreto, as chuteiras de pregos, os gomos de couro costurados à mão, em sucedâneo a estes preferiu o delírio, a heresia à palavra que só podia vir branca.
Chinampa era a agricultura intensiva praticada no Vale do México, antes da chegada da europeu lá trás, no varandão da saudade de nossa história de dependência. Rendia muito em pouco espaço.
O Flamengo abandona  as palavras engradadas ao inventário de corpos alinhados, disciplinados, abatidos em reverência à esclerose que teima em nos envelhecer.
E envelhecer é acumular cadáveres.
É, por isso, que desconheço "alma" Rubro-Negra. Só Rubro-Negra, matéria, força concreta da história que se impõe. No confronto, conhecemos sempre a síntese que todos sabem qual é. E não se diga a ladainha de quem vive na perversão da utopia, em sua vontade de não fazer nada,  senão numa imensa chinampa lacustre de lágrimas de pobres-diabos.

O Flamengo é como o Cartola, o protagonismo popular, não importa que romântico,  da História.

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
06/10/2010

Demiurgos

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
14/12/2010

Dez Cubista

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
01/03/2012

Do nono da UERJ

Maracanã em obras.

Acesse Arte Rubro-Negra.

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
01/12/2011

Dunga e a Globo

O senso de humor dá perspectiva.

E o que houve de ridículo nessa briga entre Dunga e a Globo fora a minimização do Poder.Relevantes os aspectos que revela do poder da indústria cultural.

A disputa aponta no futebol o produto mais expressivo do desenvolvimento dessa atividade econômica.

A partir dos anos 90, marcadamente, o futebol deixa de ter problemas apenas conjunturais (a manipulação política, entre outros) e passa a ser estruturalmente tranformado, de um ramo da cultura popular para um produto da indústria cultural. Passa, portanto, a ser regido por todas as categorias econômicas relevantes ( mecanismo de preços, mais-valia, produtividade, etc).

À função esportiva, meramente lúdica, incorporou-se a atividade econômica que, por ser das mais lucrativas, a ele se impôs e praticamente a substituiu.

Aparentemente ingênuas, voltadas ao "trabalho social", as escolinhas de futebol são fábricas de mercadorias, com ritmos e disciplinas que nada têm de educativo. O objetivo é como o de qualquer outro negócio e a função é revelar jogadores-mercadorias para o mercado interno (quando se trata de escolinhas e clubes pequenos ou do interior, sempre nas mãos dos agenciadores) ou externo (caso dos grandes clubes e agenciadores credenciados pela Fifa).

Fernand Braudel, os seus tempos históricos distintos (acontecimento, conjuntura, estrutura), explica melhor o futebol do que toda a produção do jornalismo esportivo amontoado em engradados.

E os da Globo, naquele indigência mental de um ufanismo plastificado de "xou da xuxa", não é um erro nem necessita de ajuste: é a estratégia de não despertar a crítica, mantê-la afastada de uma "atividade menor", que só não é menor na escala de lucros da engrenagem nova da estética do espetáculo.

Tadeu Shimidt, não se iludam, é muito mais útil do que se imagina.

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
06/10/2010

Futebol

Uma homenagem de Antônio Máximo Medeiros da Rocha ao mundo Disney e ao futebol.

Acesse o blog Nação maior carioca.

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
26/01/2011

Geraldo, assobiador

Geraldo Cleofas Dias Alves ou somente Geraldo Assobiador foi um meio-campista do Flamengo contemporâneo de Zico. Ganhou o apelido por sempre entrar em campo assobiando.

Acesse Arte Rubro-Negra.

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
12/01/2012

Geraldo, Basquiat

Também conhecido por assobiador, mas Basquiat pela semelhança estética. Grandes artistas. Tanto o da bola quanto o da pintura foram produtores de imagens que cancelavam o utilitarismo racionalista. Eram o "esquecimento depois do estudo', confome Apollinaire para falar de Picasso.
A primeira coisa é essa jogada, mundialmente consagrada pelo Zidane. Geraldo não só andava sobre a bola, mas também parecia que, no movimento, fazia dela um mirante pra olhar por cima, ignorar o adversário com um deboche malandro, que hoje classificariam de "marrento". Marrento é coisa de mídia, de cara que, mal saiu dos juniores, já tem aspone , assessor de imprensa, mansão na Barra, o diabo. Geraldo era malandro.

Havia momentos, no entanto, que o cara irritava. E o lado esquerdo da tribuna começava a gritar.
"Tadeu! Tadeu!"
Um armador que tinha vindo do América e sempre entrava no segundo tempo. Um tempo em que Liminha, volante, de mais de 500 jogos, encerrava a carreira. O Flamengo, de Hélio Maurício,  Merica, Dendê, o óleo seria um suposto "craque", mas, dos baianos, o que acabou por se firmar foi o primeiro, uma espécie de Toró com sotaque.
Geraldo também foi convocado junto com o Zico. Em 1975, a primeira convocação de ambos, num jogo contra o Uruguai ou Paraguai, não me lembro mais, em que Zico já começava a dizer ao que veio: um golaço de falta, naquela posição costumeira, à esquerda do ataque, entre o bico da área e a meia-lua.
Na tal operação de amígdalas, o boato que corre é que ele tinha fumado um e ido se operar. Evidente que o cara fumava (quem, na idade dele, naquela época não fumava?), mas entrar pra cirurgia chapado, sem os médicos perceberem, passar batido direto?
E o tal negócio: isso é muito bom pra virar história, ser contado, aqui, na esquina, no botequim, mas, francamente, sem chance
O fato é que o futebol perdeu um cara ao estilo do Paulo Cesar Caju.
 

 

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
06/10/2010

Grande Leandro

Também conhecido como Peixe Frito foi um grande lateral-direito do Flamengo.

Acesse Arte Rubro-Negra.

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
18/08/2011

Guernica Rubro-Negro

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
06/04/2011

Ídolo

Ademir Da Guia, um dos maiores jogadores do Palmeiras.

Acesse Arte Rubro-Negra.

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
06/10/2011

Leo Capacete

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
18/07/2011

Monstro Sagrado

Zico.

Acesse Arte Rubro-Negra.

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
15/09/2011

Monstros

Seleção de 82.

 

IBAC PROMOVE EXPOSIÇÃO SOBRE TELÊ SANTANA
"Telê Santana - Homenagem ao Mestre"
O IBAC, em parceria com a Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo promove, a partir do dia 26 de julho, a exposição “Telê Santana - Homenagem ao Mestre”.
Na abertura, dia 26 de julho, data de aniversário de Telê, haverá às 19 horas, um bate papo sobre "Futebol Arte", seguido do lançamento da exposição e da noite de autógrafos do livro “Fio de Esperança – Biografia de Telê Santana” (Ed. Cia dos Livros), do jornalista André Ribeiro, que estará relançando o livro durante o evento.
A mostra será composta de painéis com imagens de momentos marcantes da vida de Telê Santana, além de obras de arte em homenagem ao técnico (artistas: Antônio Máximo, Baptistão, Camilo Riani, Edusá, Elifas Andreato, Jorge Maia, Maria Bob, Mario Alberto e Paulo Caruso) textos (de Juca Kfouri, Bruno Ribeiro, Renato de Sá, Ugo Giorgetti, Nelson Rodrigues, entre outros) e de objetos pessoais como, por exemplo, a camisa nº 9 do Fluminense com a qual ganhou seu primeiro título como jogador.

SERVIÇO
Abertura Exposição - Bate Papo – Noite de Autógrafos

• Data: 26 de Julho às 19h

Visitação
• De 27 de Julho a 19 de Agosto (segunda a sábado)
• Horário: segunda a sexta das 10h às 20h / sábados: das 10h às 16h

Local: Escola da Cidade – Rua General Jardim, 65 (próximo ao metrô República)
Informações: (11) 6944-7850 com Angela e (11) 3258-8108 com Sofia
mais informações:telesantana@ibacbr.com.br

 

 

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
20/12/2010

Rio Fashion Week

Avaí 2 x 2 Flamengo
Campeonato Brasileiro de 2010. 

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
13/10/2010

Rondinelli

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
25/05/2011

Sempre títulos

Júnior e Zico.

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
16/12/2010

Tudo sobre o Flamengo

Romantismo populista: infantilização; vitimização; ufanismo; redenção; messianismo; sentimentos viscerais. Locus de coesão populista; anteparo dos conflitos sociais.Revolução. A Massa no Poder.

O Flamengo é tudo isso sem deixar de ser algo que nos escapa.

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
08/10/2010

U. Geller

O ponta-esquerda Júlio César da Silva Gurjol ficou conhecido como Uri Geller graças a sua capacidade de entortar os zagueiros adversários com seus dribles sensacionais. A referência do nome é uma referência a Uri Gueller que entortava colheres.

Acesse Arte Rubro-Negra.

Antônio Máximo Medeiros da Rocha
03/11/2011