A torcida brasileira
Apresentação, 7
Sportsmen: os primeiros momentos da configuração de um público esportivo no Brasil (século xix-década inicial do século xx), 17
Torcer, torcedores, torcedoras, torcida (bras.): 1910-1950, 51
A festa competitiva: formação e crise das torcidas organizadas entre 1950 e 1980, 85
Políticas da corporalidade: socialidade torcedora entre 1990-2010, 123
22/05/2013
A virada econômica do futebol
22/05/2013
A voz da torcida: Biografia, História Oral e Memória nos relatos de antigas lideranças torcedoras
O artigo tem por finalidade pontuar a relação memória-história, a partir de um conjunto de atores bem preciso do universo esportivo. O ponto de partida são entrevistas realizadas com fundadores e líderes de torcidas organizadas de futebol da cidade do Rio de Janeiro, atuantes nas décadas de 1960, 1970 e 1980. Os dez depoimentos de lideranças torcedoras dos clubes do Rio foram colhidos como fonte primária para a minha tese de doutoramento, defendida no Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura da PUC-Rio, em 2008, com o título de O clube como vontade e representação: o jornalismo esportivo e a formação das torcidas organizadas de futebol do Rio de Janeiro (1967-1988). Como se sabe, as torcidas organizadas são coletividades contemporâneas que emergiram com maior força na segunda metade do século XX. Nelas, o registro escrito é raro ou rarefeito. Em contrapartida, a lógica das rivalidades nesse campo tem por efeito um acentuado grau de coesão dos agrupamentos, reunidos em torno de uma memória coletiva transmitida oralmente, de geração a geração. O artigo se aterá à descrição dos elementos que estruturam o discurso dos chefes de torcida, os pontos fortes da memória no que respeita o surgimento e a formação de suas próprias agremiações. Procura-se mostrar de que maneira os relatos concernentes à biografia do responsável do grupo revelam novas perspectivas não apenas sobre as torcidas organizadas como sobre a história do futebol e história do país naquele período.
22/05/2013
Azul y oro como mi corazón: masculinidad, juventud y poder en una porra de los Pumas de la UNAM (resenha)
Artigo publicado no site da revista: www.uff.br/esportesociedade/
22/05/2013
Futebol, arte e política: a catarse e seus efeitos na representação do torcedor
O presente artigo acompanha os desdobramentos do conceito de catarse na tradição filosófica ocidental. Seu intuito é compreender como se deu a passagem do elemento catártico, originado nos domínios do teatro, para o universo esportivo na vida contemporânea. Para isto, analisa-se a maneira pela qual os princípios aristotélicos de representação dramática, cujo efeito sobre o público espectador seria o escoamento das tensões, foram deslocados das artes cênicas para os esportes no século XX. Tal deslocamento permite que se entenda o preconceito intelectual em torno do futebol, visto como fenômeno de alienação das massas, sucedâneo da religião como “ópio do povo”. Com base nos apontamentos do dramaturgo alemão Bertolt Brecht, procura-se uma via alternativa dentro da própria tradição marxista, capaz de identificar na experiência dos esportes a desconstrução da “ilusão” cênica, o que se torna possível graças à nova percepção do papel do espectador na modernidade.
22/05/2013
No tempo da Charanga
Artigo publicado no site da revista: www.uff.br/esportesociedade/
31/12/1969
O clube como vontade e representação
Agradecimentos, 11
Prefácio - Luiz Henrique de Toledo, 15
Introdução, 21
PRIMEIRA PARTE: O torcedor como ator: a persona, a máscara e sua sombra
Capítulo 1 - Ethos de espectador, pathos de torcedor, 71
Capítulo 2 - O chefe de torcida: carisma, humildade e idolatria, 95
Capítulo 3 - Da autenticidade à ambição: novo estigma do profissionalismo, 133
SEGUNDA PARTE: O drama do Jornal dos Sports e a formação das Torcidas Jovens
Capítulo 1 - Microfísica do Poder Jovem, 163
Capítulo 2 - O paradigma geracional e a retórica da ruptura, 213
Capítulo 3 - O Estado e os estádios - e as multidões se organizaram?, 269
TERCEIRA PARTE: Genealogia da moral torcedora
Capítulo 1 - Arquelogias da violência, 339
Capítulo 2 - Da aventura: caravanas e narrativas de viagem, 407
Capítulo 3 - A lira & o bumbo - canto coletivo, cultura de massa, paródia, 487
Conclusão, 523
Referências Bibliográficas, 543
Caderno de imagens, 573
22/05/2013
O clube como vontade e representação
22/05/2013
O descobrimento do futebol
Prefácio, 11
Introdução, 21
Futebol, uma querela modernista, 45
Da música popular à brasilidade esportiva, 47
Esporte moderno, jogo tradicional, 70
Ética e estética do futebol, 87
O modernismo e a crônica esportiva, 121
Do romance à crônica esportiva, 123
A crônica esportiva moderna, 140
O cronista-torcedor, 157
Por que me ufano do meu clube, 189
Os clubes - comunidades imaginadas, 191
De naus, almirantes e marinheiros, 224
Tal Brasil, qual Flamengo?, 244
Conclusão, 283
Referências Bibliográficas, 303
22/05/2013
O descobrimento do futebol
O objetivo desta dissertação é acompanhar a relação dos escritores modernistas brasileiros com o futebol nas décadas de 1930, 1940 e 1950, tendo como principal referência a figura do romancista e cronista esportivo José Lins do Rego (1901-1957). Procura-se mostrar de que maneira as questões sociais, culturais e artísticas do modernismo, entendido em seu sentido histórico mais amplo, encontram-se presentes na visão do escritor paraibano acerca do fenômeno futebolístico no Brasil. Assim como o folclore e a música popular, integrados à plataforma modernista desde a década de 1920, busca-se evidenciar de que forma José Lins do Rego insere o futebol na discussão em torno da formação da identidade e da cultura brasileira, identificando no Clube de Regatas do Flamengo tudo aquilo que ele considerava ser os aspectos genuínos da nacionalidade.
22/05/2013
O esporte na imprensa e a imprensa esportiva no Brasil
Prefácio - O esporte na imprensa ou a imprensa no esporte?, 9
Ronaldo Helal
Apresentação, 15
Bernardo Borges Buarque de Hollanda
Victor Andrade de Melo
Causa e consequência: esporte e imprensa no Rio de Janeiro do século XIX e década inicial do século XX, 21
Victor Andrade de Melo
A cidade e o jornal: a Gazeta Esportiva e os sentidos da modernidade na São Paulo da primeira metade do século XX, 52
Luiz Henrique de Toledo
O cor-de-rosa: ascensão, hegemonia e queda do Jornal dos Sports entre 1930 e 1980, 80
Bernardo Borges Buarque de Hollanda
O discurso pela imagem: Manchete Esportiva e sua proposta fotojornalística (1955-1959 e 1977-1979), 107
André Alexandre Guimarães Couto
Um raio-x da Revista do Esporte, 130
Álvaro do Cabo
Placar: 1970, 149
João Malaia
Juventude em revista: surfe e Fluir, 171
Rafael Fortes
Lance! um jornal do seu tempo, 186
Maurício Stycer
Sobre os autores, 207
22/05/2013
Torcidas organizadas de futebol: entre memória e história
A comunicação apresenta reflexões acerca da relação memória-história, a partir de um conjunto de atores do universo esportivo. O ponto de partida são entrevistas realizadas com líderes de torcidas organizadas de futebol do Rio de Janeiro, nas décadas de 1960, 1970 e 1980. Os depoimentos foram colhidos como fonte primária para a minha tese de doutorado, no Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura da PUC-Rio: O clube como vontade e representação: o jornalismo esportivo e a formação das torcidas organizadas de futebol do Rio de Janeiro (1967-1988). Como se sabe, as torcidas organizadas são coletividades contemporâneas que emergiram com maior força na segunda metade do século XX. Nelas, o registro escrito é raro ou rarefeito. Em contrapartida, a lógica das rivalidades nesse campo tem por efeito um acentuado grau de coesão dos agrupamentos, reunidos em torno de uma memória coletiva transmitida oralmente, de geração a geração. A apresentação procurará enfocar os elementos que estruturam o discurso dos chefes de torcida a respeito da formação de suas próprias agremiações. Procura-se mostrar de que maneira os relatos concernentes à memória do grupo revelam novas perspectivas não apenas sobre a história do futebol como sobre a própria história do país naquele período.
22/05/2013















