Contribuições ao estudo da crônica esportiva 1: a "contracrônica" esportiva de Lima Barreto
23/05/1996
Futebol
Apresentação, 5
Márcia Regina da Costa
Boleiros, Futebol e Cinema
Arte e futebol, 15
Ugo Giorgetti
O dilema entre o personagem e o homem, 22
Sócrates
Futebol e cinema no Brasil 1908/1981, 26
Maurício Murad
Futebol empresa
Reflexões sobre o futebol empresa no Brasil, 41
Luís Fernando Pozzi
Futebol empresa, 61
Marcelo Weishaupt Proni
Elementos para uma concepção da cultura de massa, 70
Vera Regina Toledo Camargo
Futebol em liquidação, 80
Juca Kfouri
Futebol e democracia
O futebol e a razão utilitarista, 85
Ricardo Melani
Democracia Corinthiana, 91
Wladimir
Democracia, justiça e paz, 94
Afonsinho
Corinthians: do time do povo ao futebol empresa, 97
José Paulo Florenzano
Código, padrão e respeito, 103
Joel Rufino dos Santos
Várzea, futebol e lazer
O verdadeiro celeiro, 115
Euclides B. Silva Netto
Periferia e várzea: um espaço de sociabilidade, 117
Marco Antonio S. Santos
O futebol da cidade não morreu só mudou de lugar, 119
Flávio Adauto
Torcidas Organizadas
As transformações na estrutura do futebol brasileiro: o fim das Torcidas Organizadas nos estádios de futebol, 131
Carlos Alberto Máximo Pimenta
A invenção do torcedor de futebol: disputas simbólicas pelos significados do torcer, 146
Luiz Henrique de Toledo
Resumo da história dos Gaviões da Fiel, 167
José Cláudio de A. Moraaes (Dentinho) / Eduardo Escolese
A violência no futebol e a imprensa esportiva, 171
Elisabeth Murilho Silva
Futebol, Literatura e História
Nelson Rodrigues e a emancipação do homem brasileiro: de vira-latas a moleque genial, 185
Fatima Martin Rodrigues Ferreira Antunes
Os "Atletas de Cristo" no País do Futebol, 206
Francisco José Nunes
Construindo a nação: futebol nos anos 30 e 40, 214
Plínio José Labriola de C. Negreiros
O mito do "herói" e o futebol, 240
Zartú Giglio Cavalcanti
Futebol e crenças populares: um possível debate, 260
J. Luiz dos Anjos
Mito, Crônica, Futebol, 273
M. Ivoneti Busnardo Ramadan
23/05/1999
Futebol de muitas cores e sabores
Prefácio dos organizadores, 13
A word form FIFA, 15
Joseph Blatter
A European Football year to remember, 19
Lennart Johansson
Futebol plural, um fenómeno singular, 21
Ricardo Terra Teixeira
Em nome do futebol, 31
Gilberto Madaíl
História do futebol em Portugal (1888-2004), 33
João Nuno Coleho, Francisco Pinheiro
Abordagem sócio-antropológica do futebol em Portugal, país de futebol, 55
António da Silva Costa
A história social do futebol brasileiro: alguns elementos para a sua compreensão, 73
Maurício Murad
Tensões e mudanças recentes na cultura e na gestão do futebol brasileiro: entre a tradicional base local e as forças do mercado, 87
Gilmar Mascarenhas
O estilo brasileiro de futebol, seus dilemas e seus intépretes, 101
J. Sérgio Leite Lopes
Futebol: entre o simbólico e o mercado, 119
Sérgio Montero Souto
Fútbol: uma indústria caníbal, 137
Eduardo Galeano
Garrincha, o brasileiro mais amado, 141
Juca Kfouri
Pelé: os mil corpos de um Rei, 147
Luiz Henrique de Toledo
A pantera, o anjo e o menino, 169
Manuel Alegre
Um herói chamado Zagallo, 171
Jayme Valente Filho
Os ícones do futebol: João Havelange, 189
António Marques
Olhares e estados de alma, 195
Jorge Olímpio Bento
Viagem interior ao mundo do futebol, 219
José Augusto Santos
Atrás do palco, nas oficinas do futebol, 227
Júlio Garganta
Entre o sonho e a realidade, um mundo de expectativas e compromissos, 235
José Oliveira
A arte e a ciência da finta, 239
Go Tani
Futebol e multidisciplinaridade científica, 247
José Manuel Soares
A resistência no futebol, 251
António Natal Rebelo
Futebol e ciência: uma abordagem configuracional, 257
Roberto Ferreira dos Santos
Revisitando a relação entre a psicologia do desporto e o futebol profissional..., 263
António Manuel Fonseca
Psicologia aplicada ao futebol: estudos realizados no Brasil, 271
Dietmar Samulski, Pablo Greco
Futebol e música popular brasileira: do amadorismo à economia globalizada, 281
Nei Lopes
Futebol: os novos ícones, 303
Vítor Serpa
23/05/2012
Futebol e teoria social: aspectos da produção científica brasileira (1982-2002)
Este texto visa realizar um balanço bibliográfico dos principais trabalhos e pesquisas que tematizaram os esportes nas últimas duas décadas, particularmente o futebol, no domínio das ciências sociais. Expõe, de modo sumário, num primeiro momento, a conjuntura institucional em puderam ser desenvolvidas tais pesquisas e, num segundo momento, aponta, na forma de uma resenha crítica, para algumas das principais correntes analíticas que interpretaram o fenômeno aludido.
23/05/2012
Futebol se aprende na escola
Nesta dissertação procuramos investigar o complexo processo de aprendizagem do futebol no Brasil, focando uma cidade média do interior de São Paulo. Geralmente, tal processo é atribuído aos fatores mais essencializados que permeiam as representações do jogar ‘à brasileira’ (dom, jeito inato), distanciando a apreensão do fenômeno como uma construção simbólica e material essencialmente constitutivas. Procuraremos retomar essa discussão, tendo como recorte empírico o fenômeno emergente das chamadas "escolinhas de futebol" (públicas e privadas) como co-partícipes desse processo. Por um lado, o surgimento dessas “escolinhas”, nas décadas de 70 e 80, trouxe à tona a contraposição entre diferentes concepções sobre as formas do jogar, aprender e representar o futebol no país e, por outro lado, fomentou os investimentos de políticas sociais de lazer mais voltadas à juventude. Compreender esse processo é possibilitar, a partir do instrumental teórico e metodológico das Ciências Sociais, a apreensão de uma importante faceta da sociabilidade esportiva disseminada em alguns centros urbanos brasileiros.
Palavras-chave: futebol, escolinhas de futebol, projetos sociais, antropologia.
23/05/2012
Jogo livre: analogias em torno das 17 regras do futebol
O tema central desse ensaio é a análise das regras do futebol à luz de algumas teorias sociais que subsidiam, explícita ou implicitamente, inúmeras abordagens sobre o fenômeno esportivo. Manipulando o sumário do livro de regras, e impondo três deslocamentos conceituais de inspiração estruturalista, estrutural funcionalista e configuracional, respectivamente, os argumentos aqui desenvolvidos procuram recolocar o núcleo mais infra-estrutural do futebol, concebido no conjunto de suas regras, e que está na base do entendimento do futebol como um esporte moderno, dentro de um movimento comparativo mais amplo, fundamental para a consolidação de uma proposta de antropologia do esporte.
23/05/2012
Lógicas no futebol
Prefácio - José Guilherme Cantor Magnani, 13
Introdução, 15
Capítulo 1 - Treino é treino, jogo é jogo, 29
O futebol jogado nos manuais, 30
Breve histórico dos manuais técnicos, 30
Universalizando as regras, fragmentando estilos, 41
As formas do jogar, 56
A linguagem dos esquemas táticos, 66
Curso básico e soccer clinic, 83
Futebol se aprende na escola, 83
Do estilo à técnica, 97
Os técnicos de "ponta", 103
Trajetórias e dilemas profissionais, 113
Rotinas e rituais, 123
A máxima de Didi, 125
Os CTs e os treinos vistos dos alambrados, 131
Dos técnicos aos preparadores físicos e mentais, 136
A busca das formas-representações, 149
Capítulo 2 - Jornada Esportiva, 159
Os sentidos multiplicadores do jogo, no campo dos especialistas, 160
A "invenção" da crônica e dos cronistas, 160
Especialistas e "amadores", 165
Clubismo e bairrismo entre os especialistas, 169
As coberturas diaristas, 174
Esportes nas coberturas jornalísticas, 174
"Fontes" e mídia esportiva, 179
Técnica e estilo do jornalismo esportivo diarista, 183
A construção simbólica da emoção entre os especialistas, 194
Transmissões ao vivo e as mesas-redondas, 198
Comentaristas, locutores, repórteres e cinegrafistas, 198
O ponto de vista dos especialistas, 205
Futebol falado, 208
Capítulo 3 - Futebol não tem lógica?, 219
Significados do torcer, 220
Sócios vs assistências, 220
As primeiras formas coletivas do torcer, 226
A violência vista "de dentro" e "de fora" do campo esportivo, 231
Das torcidas organizadas aos sócios-torcedores, 244
Mesas de bares e a sociabilidade cotidiana, 247
Da lógica competitiva e outras lógicas, 247
Sociabilidade cotidiana e o ethos "de bar", 260
Lógica do sensível, 266
Torcer e enxergar o jogo, 270
De olho no lance, 270
Versões de um mesmo esporte, 279
Considerações finais, 285
Notas, 291
Bibliografia, 319
23/05/2012
Lógicas no futebol
Lógicas no Futebol’ propõe reconstituir no plano da dimensão simbólica alguns dos aspectos que encerram a dinâmica entre os atores que conformam o chamado futebol profissional. Esporte nacional que articula vários domínios na sociedade, ofutebol está sendo enfocado neste trabalho a partir de um modelo etnográfico definido pela atuação de alguns dos atores sociais que o compõem, a saber, jogadores, técnicos, cronistas especializados, torcedores entre outros que, articulados àssuas práticas sociais específicas, definem um socius esportivo cuja dinâmica incide sobre os processos de identificação nacional. A análise privilegia a dimensão cotidiana, em relação a ritual, como referencial teórico e metodológico, recortadaa partir de alguns contextos particulares de exercício profissional, vivência e sociabilidade desses atores. Com isso, intenta-se confrontar determinadas versões de um mesmo fenômeno esportivo e o modo como são construídas e reciprocamenteengendradas as representações sobre o jogo e a própria sociedade que o gesta.
23/05/2012
No país do futebol
Introdução, 7
Dentro de campo: regras, táticas e formas do jogar, 11
Fora de campo: as formas do torcer, 52
Conclusão, 67
Cronologia, 70
Referências e fontes, 74
Sugestões de leitura, 76
Sobre o autor, 78
23/05/2012
O clube como vontade e representação
Agradecimentos, 11
Prefácio - Luiz Henrique de Toledo, 15
Introdução, 21
PRIMEIRA PARTE: O torcedor como ator: a persona, a máscara e sua sombra
Capítulo 1 - Ethos de espectador, pathos de torcedor, 71
Capítulo 2 - O chefe de torcida: carisma, humildade e idolatria, 95
Capítulo 3 - Da autenticidade à ambição: novo estigma do profissionalismo, 133
SEGUNDA PARTE: O drama do Jornal dos Sports e a formação das Torcidas Jovens
Capítulo 1 - Microfísica do Poder Jovem, 163
Capítulo 2 - O paradigma geracional e a retórica da ruptura, 213
Capítulo 3 - O Estado e os estádios - e as multidões se organizaram?, 269
TERCEIRA PARTE: Genealogia da moral torcedora
Capítulo 1 - Arquelogias da violência, 339
Capítulo 2 - Da aventura: caravanas e narrativas de viagem, 407
Capítulo 3 - A lira & o bumbo - canto coletivo, cultura de massa, paródia, 487
Conclusão, 523
Referências Bibliográficas, 543
Caderno de imagens, 573
23/05/2012
O clube como vontade e representação
23/05/2012
O tradicional e o moderno
O estudo analisa as manifestações da cultura popular brasileira no interior do futebol profissional praticado no Brasil. Analisa os discursos das informações colhidas com os atores (jogadores, dirigentes, técnicos e jornalistas) de equipes de futebol que disputam os campeonatos regionais e nacionais. Introduz a discussão em torno das características propostas por A. Guttmann, consubstanciado na teoria de Max Weber. Para contrapor a racionalidade dos conhecimentos científicos, que lentamente estão sendo introduzidos no futebol brasileiro, o estudo busca em Georges Balandier suportes teóricos que demarquem olhares antropológicos, quando os rituais de fé, crença e superstições existentes no cotidiano popular brasileiro afloram nos atores do futebol, sendo a racionalidade insuficiente para explicar as manifestações que ocorrem nesse espaço. Busca introduzir uma discussão em torno da formação de clubes de futebol identificando dois contextos geográficos: a Região Sul, do início do século XX até meados de 1930, e a região do interior de São Paulo, detendo-se na fundação dos clubes, logo no início do século XX. Nos dois momentos, o estudo procurou abordar e identificar contextos populares na formação dos clubes de futebol, introduzindo uma discussão de resistência cultural no Sul e de manutenção de uma família de sentimentos mútuos na formação dos clubes do interior de São Paulo. Como tradicional, no futebol, o estudo aponta a identificação de crenças, fé, superstições e discursos de exjogadores de futebol que sinalizam uma possível volta ao futebol sem os superlativos da modernidade.
Unitermos: 1. moderno e tradicional; 2. fé, crenças e superstição; 3. futebol.
23/05/2012
Pelé e o complexo de vira-latas
O presente trabalho tem como objetivo entender os discursos raciais construídos no Brasil ao longo de cinqüentas anos, analisando um exemplo em particular: alguns fatos importantes da trajetória de vida de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé. Dentro deste contexto, procuro pesquisar a forma como este personagem construiu-se como uma das figuras mais importantes da vida nacional e também o rosto que representa o Brasil no cenário internacional, como jogador de futebol e que atualmente sua fama é reproduzida através de comerciais em que é “garoto-propaganda” em diversos países. Neste sentido, a intenção é compreender como este ex-atleta prolongou sua fama ao longo destes anos e também como a permanência de sua imagem ao longo dos anos provocou e ainda suscita debates acerca das questões raciais no contexto brasileiro. Argumento que Pelé em muitos momentos da história foi uma figura que interligou vários dos discursos raciais que eram discutidos no senso comum, a intelectualidade e também entre os formadores de opinião. Por esta razão, o ex-jogador de futebol fomenta grandes polêmicas em relação a seus posicionamentos na vida nacional e provoca um debate acalorado em torno das questões raciais candentes.
23/05/2012
Por que xingam os torcedores de futebol?
Este artigo analisa o padrão de comportamento expresso através da fala dos torcedores de futebol, tendo em vista as dimensões simbólicas contidas neste tipo de interação verbal.
23/05/1993
Quanto vale um talento?
23/05/2012
Revolução Vascaína
O presente trabalho é um estudo sobre os primeiros anos do futebol carioca, sua inserção no mundo capitalista e seu papel como catalisador de uma ordem social competitiva necessária ao desenvolvimento pleno deste sistema econômico durante a Primeira República e os primeiros anos da Era Vargas. A pesquisa recai sobre um clube em especial, o Vasco da Gama. Seus dirigentes, na maior parte das vezes ligados à classe empresarial da colônia portuguesa, tomaram atitudes inovadoras e até mesmo revolucionárias para o período. Enquanto os principais clubes da Capital defendiam um futebol elitizado, branco e amador, os diretores vascaínos introduziram em seu recém-montado time de futebol elementos das mais variadas camadas da sociedade, muitos deles mulatos e negros, e, em sua maioria, analfabetos, profissionalizando-os. Construíram aquele que chegou a ser o maior estádio de futebol da América do Sul e transformaram o clube em um dos maiores do mundo em menos de vinte anos de prática deste esporte. Dessa maneira, a colônia portuguesa conseguiu meios para fugir ao preconceito exacerbado que sofria na cidade e inseriu definitivamente os jogadores de origem humilde no seio dos grandes clubes como proletários do futebol.
Palavras-chave: História – futebol – capitalismo – racismo – espetáculo de massa
23/05/2012
Tem que ter categoria
Palavras-chave: Futebol. Esporte. Redes. Periferias. Ensino-aprendizado.
23/05/2012
Torcer: a metafísica do homem comum
Procuro, neste artigo, articular as formas de torcer que historicamente engendraram a sociabilidade em torno do futebol. Para tanto, discuto as transformações na sensibilidade torcedora que, acossada pelas experiências tecnológicas, mercadológicas e subjetivas do individualismo, tendeu a esvaziar algumas das experiências públicas e coletivizadoras responsáveis pela alta projeção do futebol como mediador das relações lúdicas cotidianas nos centros urbanos brasileiros.
23/05/2012
Torcidas organizadas de futebol
Agradecimentos, 7
Prefácio, 9
Introdução, 11
Capítulo 1 - A prática do futebol na Metrópole: um breve histórico, 15
Capítulo 2 - Torcedores em campo, 21
Capítulo 3 - As torcidas na cidade, 39
Capítulo 4 - Conflito e sociabilidade, 99
Capítulo 5 - Torcidas organizadas: lazer e estilo de vida, 113
Capítulo 6 - Hooligans brasileiros?, 121
Capítulo 7 - Usos políticos do futebol, 135
Apito final, 151
Anexo, 155
Bibliografia, 163
23/05/1996
Torcidas Organizadas de futebol
23/05/1994
Visão de jogo
Apresentação, 13
Luiz Henrique de Toledo e Carlos Eduardo Costa
Torneios universitários: disputas e sociabilidade nas práticas esportivas estudantis, 17
Carlos Eduardo Costa
A sociabilidade esportiva das igrejas renascer em cristo e bola de neve, 45
Reinaldo Olécio Aguiar
Voleibol: um espaço híbrido de sociabilidade esportiva, 75
Juliana Affonso Gomes Coelho
Futebol e basquete made in brazil: uma análise antropológica do fluxo de jogadores para o exterior, 95
Júlio César Jatobá Palmiéri
Voleibol no interior: um estudo de caso sobre o ethos dos jogadores, 115
Leonardo Erivelto Soares de Oliveira
Jogando em vários campos: torcedoras, futebol e gênero, 141
Lara Tejada Stahlberg
A difícil nacionalização do futebol brasileiro: a era Havelange, 167
Sandro Francischini
Deus e o diabo na terra do futebol: reflexões sobre a disputa totêmica no América Football Clube, 197
Thiago Passos de Oliveira
Repensando o estilo à brasileira: escolinhas de futebol e aprendizagem esportiva, 217
Claudemir José dos Santos
Estilos de jogar, estilos de pensar: esboço comparativo entre Damatta e Archetti, 255
Luiz Henrique de Toledo
23/05/2012

























