11 de Julho

XI Encontro Nacional de História Oral

Inscrições abertas até o dia 9 de março para o Simpósio Temático "Futebol, Narrativas Orais e Memória".

009. FUTEBOL, NARRATIVAS ORAIS e MEMÓRIA
Coordenadores: BERNARDO BORGES BUARQUE DE HOLLANDA (Pós Doutor(a) - CPDOC-FGV), MARCOS ALVITO PEREIRA DE SOUZA (Pós Doutor(a) - Universidade Federal Fluminense)

Resumo: Este Simpósio Temático destina-se a trabalhos com fontes orais que tratem o futebol como objeto de estudo científico. Trata-se de analisar as especificidades das narrativas orais, quando aplicadas ao campo esportivo, tal como este foi definido por Pierre Bourdieu, em duas oportunidades (1983; 1990). Se a memória jornalística é uma das mais destacadas na produção de representações sobre a história do futebol, haja vista as inúmeras biografias, autobiografias e entrevistas publicadas nos últimos anos, o propósito deste ST é ensejar uma reflexão com base em uma distinta gama de discursos. Intenta-se estabelecer um debate acadêmico a partir de fontes e métodos da História Oral, que se valham do depoimento de diversos atores do universo futebolístico – os “profissionais”, os “especialistas” e os “torcedores” (Toledo, 2002). Assim, as versões construídas sobre o passado podem ser lidas em uma chave polifônica, que ultrapassa a univocidade dos registros escritos, tal como frisou Paul Thompson em seu estudo clássico (1978).

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12 de Julho

XI Encontro Nacional de História Oral

Inscrições abertas até o dia 9 de março para o Simpósio Temático "Futebol, Narrativas Orais e Memória".

009. FUTEBOL, NARRATIVAS ORAIS e MEMÓRIA
Coordenadores: BERNARDO BORGES BUARQUE DE HOLLANDA (Pós Doutor(a) - CPDOC-FGV), MARCOS ALVITO PEREIRA DE SOUZA (Pós Doutor(a) - Universidade Federal Fluminense)

Resumo: Este Simpósio Temático destina-se a trabalhos com fontes orais que tratem o futebol como objeto de estudo científico. Trata-se de analisar as especificidades das narrativas orais, quando aplicadas ao campo esportivo, tal como este foi definido por Pierre Bourdieu, em duas oportunidades (1983; 1990). Se a memória jornalística é uma das mais destacadas na produção de representações sobre a história do futebol, haja vista as inúmeras biografias, autobiografias e entrevistas publicadas nos últimos anos, o propósito deste ST é ensejar uma reflexão com base em uma distinta gama de discursos. Intenta-se estabelecer um debate acadêmico a partir de fontes e métodos da História Oral, que se valham do depoimento de diversos atores do universo futebolístico – os “profissionais”, os “especialistas” e os “torcedores” (Toledo, 2002). Assim, as versões construídas sobre o passado podem ser lidas em uma chave polifônica, que ultrapassa a univocidade dos registros escritos, tal como frisou Paul Thompson em seu estudo clássico (1978).

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13 de Julho

XI Encontro Nacional de História Oral

Inscrições abertas até o dia 9 de março para o Simpósio Temático "Futebol, Narrativas Orais e Memória".

009. FUTEBOL, NARRATIVAS ORAIS e MEMÓRIA
Coordenadores: BERNARDO BORGES BUARQUE DE HOLLANDA (Pós Doutor(a) - CPDOC-FGV), MARCOS ALVITO PEREIRA DE SOUZA (Pós Doutor(a) - Universidade Federal Fluminense)

Resumo: Este Simpósio Temático destina-se a trabalhos com fontes orais que tratem o futebol como objeto de estudo científico. Trata-se de analisar as especificidades das narrativas orais, quando aplicadas ao campo esportivo, tal como este foi definido por Pierre Bourdieu, em duas oportunidades (1983; 1990). Se a memória jornalística é uma das mais destacadas na produção de representações sobre a história do futebol, haja vista as inúmeras biografias, autobiografias e entrevistas publicadas nos últimos anos, o propósito deste ST é ensejar uma reflexão com base em uma distinta gama de discursos. Intenta-se estabelecer um debate acadêmico a partir de fontes e métodos da História Oral, que se valham do depoimento de diversos atores do universo futebolístico – os “profissionais”, os “especialistas” e os “torcedores” (Toledo, 2002). Assim, as versões construídas sobre o passado podem ser lidas em uma chave polifônica, que ultrapassa a univocidade dos registros escritos, tal como frisou Paul Thompson em seu estudo clássico (1978).

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