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O lirismo do futebol e a sensibilidade de uma poeta

Elcio Loureiro Cornelsen

Na série literária brasileira, grandes poetas prestaram seu tributo ao futebol, dentre eles Ana Amélia Carneiro de Mendonça, Gilka Machado, Vinicius de Moraes, João Cabral de Melo Neto, Carlos Drummond de Andrade e Ferreira Gullar. Em 2010, Thereza Christina Rocque da Motta, que, além de poeta, é editora e tradutora, contemplou os amantes da poesia e do nobre esporte bretão, naturalizado brasileiro, com Futebol e mais nada: um time de poemas (2010), obra publicada pela editora Ibis Libris, do Rio de Janeiro.

O poema “O Tri” abre o conjunto de 22 poemas, dividido em dois “Tempos”, feito uma partida, que compõem a obra Futebol e mais nada, ilustrada com uma série de fotografias de Penna Prearo, Rômulo Fritscher e Beatriz Serôa da Motta Rollemberg, e com um layout gráfico belíssimo.

O Tri

Para Petkovic

(inspiração de futebol, depois de tanto aguentar flamenguista)

 

Há os que são Flamengo doente.

Eu sou Fluminense saudável.

Millôr Fernandes

 

Nunca vi gol mais lindo.

Matematicamente perfeito.

Ideologicamente exato.

Cosmologicamente calculado.

Se não foi Deus quem fez

as parábolas,

não acredito mais em futebol.

Se não foi por isso que o Flamengo

foi tricampeão,

tudo perderá o sentido,

e eu jamais saberei por que vivo.

Se eu não descobrir

por que meu coração

é feito de nuances,

serei para sempre

serva de um amor

inexpugnável e belo,

pertencente à qualidade das ninfas,

mulheres de harém,

abelhas em colmeia,

que não sabem porque vivem,

mas apenas vivem,

amém. (MOTTA, 2010, p. 24).

Ao final da página, constam a data e o horário em que o poema foi, supostamente, escrito: “30/05/2001 – 18h44” (MOTTA, 2010, p. 24). A data e a dedicatória ao jogador sérvio Petkovic nos permite situar essa ode ao tricampeonato conquistado pela equipe do Clube de Regatas do Flamengo em 27 de maio de 2001, em final do Campeonato Carioca disputada entre o rubro-negro e o Club de Regatas Vasco da Gama. Como o time cruzmaltino tinha feito melhor campanha no torneio e vencido a primeira partida da final por 2×1, caso o Flamengo revertesse o resultado pelo mesmo placar de 2×1, ainda assim, o time da Colina seria o campeão carioca. Todavia, aos 43 minutos do segundo tempo, já com o placar de 2×1, Petkovic bateu uma falta com precisão no ângulo, vencendo o goleiro Helton e decretando números finais à partida: um gol “[m]atematicamente perfeito./Ideologicamente exato./ Cosmologicamente calculado.” E o “eu-lírico” feminino, em tom de oração, anuncia o sentimento associado ao inexplicável do “gol perfeito”: “serei para sempre/serva de um amor/inexpugnável e belo”.

Além de “O Tri”, destacamos também o poema “Quando éramos campeões”, escrito em “27/07/2001 – 10h44”.

Quando éramos campeões

 

Aqui, quem é bom, tem que provar.

Sócrates

 

Éramos campeões quando não esperavam tanto de nós.

Quando o drible era invenção e não técnica,

a bicicleta, um passo de dança de um único jogador.

O futebol era em branco e preto

e a garganta era o visor de todos os ouvidos atentos.

 

Éramos campeões quando não esperavam tanto de nós.

Brasil tinha presidente bossa-nova,

e o que existiu, até a copa de 70,

foi apenas a vontade de ganhar.

Depois virou fausto,

filigrana de campeão.

Deitaram-se sobre os louros,

e hoje pastam sem o interesse

de quem espera tanto deles.

Veja só, agora são eles,

não mais somos nós… (MOTTA, 2010, p. 30; grifos no original).

O tom do poema “Quando éramos campeões”, já indicado no título, é de certo saudosismo em relação aos tempos em que se cristalizou o mito do “futebol arte” associado à Seleção Brasileira. Formado por 16 versos de métrica diversa, distribuídos em duas estrofes, sendo a primeira constituída por 5 versos e a segunda, por 11 versos, o poema “Quando éramos campeões” remonta aos tempos dos craques, como Leônidas da Silva ou Pelé, “[q]uando o drible era invenção e não técnica,/a bicicleta, um passo de dança de um único jogador”. Eram tempos em que o “Brasil tinha presidente bossa-nova”, em alusão a Juscelino Kubitschek e seu projeto de desenvolvimento do país num ritmo de “cinquenta anos em cinco”, que ficou imortalizado, em tom jocoso, na canção do compositor Juca Chaves, de 1960: “Bossa nova mesmo é ser presidente/Desta terra descoberta por Cabral/Para tanto basta ser tão simplesmente/Simpático, risonho, original.” (CHAVES, 1960).

Por sua vez, a esse tempo anterior, em que “[é]ramos campeões quando não esperavam tanto de nós”, após a Copa de 1970 e do Tricampeonato Mundial, sucede um tempo posterior e atual, em que “[d]eitaram-se sobre os louros,/e hoje pastam sem o interesse/de quem espera tanto deles.” Não são marcados com lances de mestre, mas sim “pastam” pelo gramado. E o eu-lírico deixa transparecer, nos dois últimos versos do poema, uma falta de identificação com os jogadores desse “agora”: “Veja só, agora são eles,/não mais somos nós…”

Seleção brasileira postada durante hino nacional na Copa do Mundo 1970. Foto: CBF.

Outro poema que merece especial destaque é “A metáfora do homem”, escrito em “27/08/2001 – 9h50”, conforme indica paratexto ao final da página, que anuncia também o motivo que deu ensejo a sua composição: “(após a coluna ‘Retrato dos Anjos’, de Fernando Calazans, publicada no Caderno de Esportes, de ‘O Globo’, em 27/08/2001)” (MOTTA, 2010, p. 32).

A metáfora do homem

 

O futebol repete a vida.

Tostão

 

Que fazem os jogadores

quando entram em campo?

Jogam.

Que fazem os torcedores

quando assistem a um jogo?

Torcem.

E enquanto jogam e torcem,

sofrem.

Deve ser bom sofrer assim.

Por algo do qual não se conhece o final.

O previsível que não se prevê.

O gol que não acontece.

O choro de um, desconsolo do outro.

Futebol deveria ser, por isso, eleito

a metáfora do homem.

Nenhum sofrimento se iguala,

nenhuma alegria o supera.

Somente a vida. (MOTTA, 2010, p. 32).

Como podemos constatar, o poema “A metáfora do homem”, formado por 18 versos de métricas variáveis contidos em uma única estrofe, expressa três verbos de ação ligados ao futebol, de acordo com o envolvimento de seus atores: os jogadores “jogam”; os torcedores “torcem”; e todos “sofrem”. Os versos lapidares “Jogam”, “Torcem”, “sofrem” são respostas às questões lançadas pelo próprio eu-lírico, que é categórico ao afirmar: “Deve ser bom sofrer assim./Por algo que não se conhece o final./O previsível que não se prevê.” Contendo todos os ingredientes de um drama, uma partida de futebol é uma espécie de “obra aberta”, que, em seu transcorrer, produz momentos de extrema euforia ou de extremo sofrimento, quando “[o] choro de um, [é o] desconsolo do outro”.

Além disso, os últimos cinco versos do poema sintetizam a ideia central anunciada em seu título: “Futebol deveria ser, por isso, eleito/a metáfora do homem./Nenhum sofrimento se iguala,/nenhuma alegria o supera,/Somente a vida.” Aliás, essa ideia do futebol como “a metáfora do homem” nos faz lembrar do sociólogo Roberto DaMatta e de sua interpretação do futebol como “drama social”: “Há um outro jogo que se passa na ‘vida real’, jogado pela população brasileira, na sua constante busca de mudança para seu destino” (DAMATTA, 2011, p. 106).

Torcedor reza durante final da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018 entre São Paulo 0 x 1 Flamengo. Foto: Fabio Soares/Futebol de Campo.

Entretanto, lugares de memória associados ao futebol também merecem destaque em poemas de Maria Christina Rocque da Motta. Nesse sentido, o maior destaque recai sobre o poema “Maracanã”, escrito em “24/09/2001 – 4h22” (MOTTA, 2010, p. 40), e traz uma dedicatória a dois ilustres craques: um craque da Musica Popular Brasileira e outro, craque maior do futebol:

Maracanã

Para Chico Buarque e Pelé

 

Mitos não se contestam:

vivem-se.

Vive Garrincha com suas pernas tortas.

Vivem os gols que ele não fez

ao desistir no meio do campo.

 

Vivem os gritos de vitória

e os choros de derrota.

São emoções de campeões

num único dia.

 

Vivem jogadores e torcedores,

mesclados nessa sinfonia

de corpos e sons,

suores e medos.

Vivem para ganhar.

 

Ainda está no Livro dos Recordes:

o maior público do mundo num jogo

que não queríamos ter visto

─ registrou-se a dor?

 

Sempre haverá

novos ídolos e novos mitos

neste mesmo lugar.

 

Eis sua casa,

a do milésimo gol,

a dos tricampeonatos,

a dos tricolores,

rubro-negros,

alvinegros,

estrelas solitárias,

caravelas ao mar.

 

Viva a todos os heróis! (MOTTA, 2010, p. 40).

Este belíssimo poema de Thereza Christina Rocque da Motta é uma autêntica ode ao “gigante de concreto” – o Estádio do Maracanã, ainda em fase anterior ao processo de arenização do “Novo Maracanã”. É ainda aquele do Estádio Municipal, de 1950, com “o maior público do mundo num jogo/que não queríamos ter visto”, e que o mito tratou de registrar a dor da derrota. Mas é também o palco de um de seus maiores ídolos, um herói “improvável” e “trágico”, que também vive nos mitos incontestáveis: “Vive Garrincha com suas pernas tortas/Vivem os gols que ele não fez/ao desistir no meio de campo”.

Mas o mítico Maracanã é palco de um momento singular, é a “casa” “do milésimo gol” de Pelé, e a casa de todas as torcidas: “a dos tricolores,/rubro-negros,/alvinegros,/estrelas solitárias,/caravelas ao mar.”

Estádio Maracanã, em 1976. Foto: Wikipedia.

Em Futebol e mais nada, há espaço também para o lirismo de lances inusitados, como atesta o poema “Tiro de meta”, escrito em “26/09/2001 – 17h52” (MOTTA, 2010, p. 44), e traz uma epígrafe do jornalista e escritor Armando Nogueira, dedicada ao “anjo de pernas tortas”: “Para Garrincha, a superfície de um lenço era um latifúndio” (MOTTA, 2010, p. 44):

Tiro de meta

 

Nem tudo em futebol é clichê.

Há muito mais do que palavras soltas,

frases de efeito,

o esperado, o inesperado,

que mexe com a alma

e nos dá vontade de assistir mais.

Por mais que vejamos o visto,

sempre esperamos que algo mais aconteça.

Meu pai, e como esperamos!

 

Os músculos, os passes,

a vida num relance,

quem viu nunca esquece,

quem ouviu falar, repete.

 

O goleiro e o tiro de meta.

O “gol de placa” que ninguém filmou.

O silêncio no Maracanã.

A violência contida e inexplicável.

O ser humano olhando para si mesmo.

 

E tantos homens célebres

em torno do futebol:

Nelson, Saldanha,

Chico, Vinicius.

 

Queria que isso nunca acabasse,

que fosse adiante,

que meus olhos vissem

o que nunca viram,

Garrincha, Ademir da Guia…

 

Tudo em futebol se explica:

só não se explica

onde o homem termina. (MOTTA, 2010, p. 44).

Neste poema de Thereza Christina Rocque da Motta, há algo de busca pelo singular, o momento fugaz, da epifania de um lance inusitado: “o esperado, o inesperado,/que mexe com a alma/e nos dá vontade de assistir mais”. Para além do visto, “sempre esperamos que algo mais aconteça”.

Mais uma vez, no poema há algo que é da ordem do mito: “Os músculos, os passes,/a vida num relance,/quem viu nunca esquece,/quem ouviu falar, repete”. Em palcos imemoriais, como o Maracanã, e com ilustres personagens: Nelson Rodrigues, cronista maior do futebol brasileiro, João Saldanha, jornalista e técnico a reger a orquestra formada pelo time da Estrela Solitária e a desafiar ditadores à frente da Seleção; Chico Buarque a decantar, feito trovador, a maior paixão nacional; e Vinicius de Moraes, a dedicar um magnífico soneto ao “Anjo de pernas tortas”, que o eu-lírico desejava ter visto: “que meus olhos vissem/o que nunca viram, Garrincha, Ademir da Guia…”. O “anjo” e o “divino”, figuras que mexem com a alma.

Garrincha em foto clássica no Maracanã. Foto: Divulgação.

Por sua vez, a última conquista da Seleção Brasileira no âmbito mundial é destacada no poema “Dia de Pentacampeão”, escrito em “01/07/2002 – 00h47” (MOTTA, 2010, p. 51), e traz uma epígrafe do jornalista, escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues, a famosa frase “O escrete é a pátria em calções e chuteiras” (MOTTA, 2010, p. 51):

Dia de Pentacampeão

 

Para Ronaldo, Ronaldinho e Rivaldo e toda

a Seleção da Copa do Mundo de 2002

 

Goooool!!!!

O começo e o fim de tudo.

Onde principia a alegria,

germina a derrota.

Empate, pênalti,

cobrança de falta,

escanteio.

Ciladas da bola.

 

O jogo tem peripécias

que até Deus duvida.

A bola na trave,

o bico da chuteira,

o rebote.

Um toque mágico

com fragmentos de glória.

 

Não duvide da bola:

se há tantos à sua volta,

ela deve valer ouro.

 

O que um dia foi dúvida,

hoje é certeza:

em futebol, só vale o gol! (MOTTA, 2010, p. 51).

O poema de Thereza Christina Rocque da Motta é uma ode ao triunfo da Seleção Brasileira no Mundial da Coréia e do Japão, em 2002. A dedicatória destaca os três “Rs” que bem representam aquela Seleção: Ronaldo, Ronaldinho e Rivaldo. E o outro paratexto – a epígrafe – retoma a máxima de Nelson Rodrigues, formuladas década antes, de que haveria uma representatividade da Seleção Brasileira enquanto “a pátria em calções e chuteiras”, mesmo que tal representatividade, à luz destes tempos que correm, se revele como uma instância cambiante.

Para o eu-lirico, conforme os primeiros versos indicam, o momento máximo no futebol é o gol: “O começo e o fim de tudo”. Inclusive, ele é o começo e o fim do poema, como revelam o verso de abertura – “Goooool!!!!” – em tom vibrante do torcedor que solta a voz e comemora, e o verso de encerramento – “em futebol, só vale o gol!” Interessante que o poema não retoma o mito do “futebol arte”, o eu lírico versa muito mais sobre lances: “Empate, pênalti,/cobrança de falta,/escanteio./Ciladas da bola”, ou também “A bola na trave,/o bico da chuteira,/o rebote.” Mas ainda há o momento fugaz, “Um toque mágico/com fragmentos de glória”.

Ronaldo ao fazer o segundo gol na final da Copa do Mundo 2002. Foto: Divulgação.

Por fim, desse rico conjunto de poemas que compõem Futebol e mais nada, elegemos o poema “Só pra saber”, escrito em “26/05/2003 – 17h58” (MOTTA, 2010, p. 59), e traz uma epígrafe do craque Garrincha, o “anjo de pernas tortas”: “Sou muito feliz. O que eu queria, já fiz, que era brincar com a bola. E brinco até hoje, graças a Deus” (MOTTA, 2010, p. 51):

Só pra saber

 

Meu amigo não quer sofrer,

mas pergunta o resultado do jogo

pra conferir que não perdeu nada

ao deixar de assistir.

“Ainda bem”, diz ele.

Mas o que é isso?

 

Futebol vive sob a pele,

corre como sangue pelas veias,

como ar enchendo os pulmões,

como coração batendo

para nos dizer que estamos vivos.

 

Futebol é brilho de sol à meia-noite.

Só saber que ele existe,

já é tudo. (MOTTA, 2010, p. 59).

Esse belíssimo poema de Thereza Christina Rocque da Motta tem por objeto as emoções evocadas pelo futebol, emoções que levam a momentos de extrema euforia, mas também a momentos de profunda disforia. Na primeira estrofe, o eu-lírico versa sobre aquele que não quer sofrer acompanhando a partida, como que já esperando o pior: “Meu amigo não quer sofrer,/mas pergunta o resultado do jogo/pra conferir que não perdeu nada/ao deixar de assistir./’Ainda bem’, diz ele”. Mesmo não acompanhando a partida, o amigo sofre a posteriori: confirmara-se a premonição do sofrimento e da suposta derrota.

Sofrimento de torcedor. São Paulo 0 x 0 Botafogo, 19 nov. 2017, Campeonato Brasileiro 2017. Foto: Fabio Soares/Futebol de Campo.

Desse modo, o futebol aparece nos versos do poema como algo visceral e vital, entranhado naquele que torce e se emociona: “Futebol vive sob a pele,/corre como sangue pelas veias,/como ar enchendo os pulmões,/como coração batendo/para nos dizer que estamos vivos.” E o eu-lírico se apresenta como aquele torcedor, que vivencia o futebol como a quintessência do próprio viver: “Futebol é brilho de sol à meia noite./Só saber que ele existe,/já é tudo.”

Referências bibliográficas

DAMATTA, Roberto. Futebol: ópio do povo ou drama de justiça social. In: DAMATTA, Roberto. Explorações: ensaios de sociologia interpretativa. 12. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2011, p. 100-119.

CHAVES, Juca. Presidente Bossa Nova (1960). Acesso em: 02 nov. 2020.

MOTTA, Thereza Christina Rocque da. A metáfora do homem. In: MOTTA, Thereza Christina Rocque da. Futebol e mais nada: um time de poemas. Rio de Janeiro: Ibis Libris, 2010, p. 32.

MOTTA, Thereza Christina Rocque da. Dia de Pentacampeão. In: MOTTA, Thereza Christina Rocque da. Futebol e mais nada: um time de poemas. Rio de Janeiro: Ibis Libris, 2010, p. 51.

MOTTA, Thereza Christina Rocque da. Maracanã. In: MOTTA, Thereza Christina Rocque da. Futebol e mais nada: um time de poemas. Rio de Janeiro: Ibis Libris, 2010, p. 40.

MOTTA, Thereza Christina Rocque da. O Tri. In: MOTTA, Thereza Christina Rocque da. Futebol e mais nada: um time de poemas. Rio de Janeiro: Ibis Libris, 2010, p. 24.

MOTTA, Thereza Christina Rocque da. Quando éramos campeões. In: MOTTA, Thereza Christina Rocque da. Futebol e mais nada: um time de poemas. Rio de Janeiro: Ibis Libris, 2010, p. 30.

MOTTA, Thereza Christina Rocque da. Só pra saber. In: MOTTA, Thereza Christina Rocque da. Futebol e mais nada: um time de poemas. Rio de Janeiro: Ibis Libris, 2010, p. 59.

MOTTA, Thereza Christina Rocque da. Tiro de meta. In: MOTTA, Thereza Christina Rocque da. Futebol e mais nada: um time de poemas. Rio de Janeiro: Ibis Libris, 2010, p. 44.


Como citar

CORNELSEN, Elcio Loureiro. O lirismo do futebol e a sensibilidade de uma poeta. Ludopédio, São Paulo, v. 138, n. 22, 2020.