141.49

Um olhar para a gestão administrativa e a transparência dos clubes nacionais, e o declínio cruzeirense

Thiago Gonçalves de Souza, Elcio Loureiro Cornelsen

A atual crise político-administrativa do Cruzeiro Esporte Clube evidencia um debate já antigo sobre as agremiações esportivas brasileiras: a gestão administrativa e a transparência dos clubes futebolísticos no cenário nacional.

Em reportagem do programa Fantástico, da Rede Globo, que foi ao ar no dia 26 de maio de 2019, foram expostos e denunciados supostos crimes de lavagem de dinheiro, negociações ilícitas com empresas de fachada, além da venda de direitos de jogador menor de idade, prática esta proibida pela FIFA.[1] No mesmo ano em que ocorreram as denúncias, o clube foi rebaixado à série B do Campeonato Brasileiro, afundado numa dramática situação jamais vivenciada em sua história centenária, agravada ainda mais pela não obtenção de êxito na campanha de acesso na temporada seguinte, em meio a todos os desafios impostos também pelo contexto de pandemia, e acumulando a maior dívida do futebol brasileiro, uma cifra astronômica de um bilhão de reais, conforme noticiado pelo jornalista Thiago Prata, do jornal Hoje em dia, em 06 de janeiro de 2021.[2]

Apesar de a bomba explodir em 2019, o clube mineiro conquistou memoráveis bicampeonatos – do Campeonato Brasileiro (2013 e 2014) e, respectivamente, da Copa do Brasil (2017 e 2018) – na última década, a um alto custo, segundo denúncia realizada pelo Fantástico, em sua edição de 26 de maio de 2019,[3] contabilizado por gestões irresponsáveis, nas quais o descontrole e a omissão foram práticas privilegiadas para o comando da agremiação, bem como a aposta em supostos atos ilícitos para beneficiar determinados integrantes da diretoria.

Fonte: divulgação / Metro

 

Tal histórico pode ser percebido em levantamentos realizados pela PluriConsultoria, empresa especializada em Inteligência de Mercado e Gestão, no ano de 2012,[4] e também pelo ranqueamento apurado pelo GloboEsporte.com em 2020, sobre os clubes mais transparentes e confiáveis do futebol brasileiro.[5] Nos relatórios da PluriConsultoria, o clube mineiro ocupa a 16ª colocação [6] e no ranqueamento do GloboEsporte.com veiculado pelo jornalista Rodrigo Capelo em seu blog, amarga a 24ª colocação.[7]

Todavia, tais análises, pela distância temporal de publicação de cada uma – 2012 e, respectivamente, 2020 –, fixam parâmetros e pesos diferentes em seus critérios, o que pode vir a comprometer uma avaliação precisa dos dados. Assim, alguns pontos podem ser destacados a partir de cada relatório, são eles:

  • O clube mineiro, em 2012, cumpriu o prazo legal para publicação do balanço anual, porém, em 2020, não;
  • A auditoria realizada em 2012 não ressalvou nenhum ponto do balanço, entretanto, em 2020, o resultado evidenciou o contrário;
  • Em ambas as análises, o clube não publicou o orçamento para o ano vigente;
  • Em 2012, não havia, no site da agremiação, área específica que tratasse sobre a transparência do clube;
  • Em 2012, o clube não tornava público os seguintes documentos em seu site: estatuto, organograma estatutário, organograma executivo, relatório anual, atas de reuniões de conselhos, código de ética e política quanto a conflito de interesses;
  • Em 2020, o clube não tornou público os balancetes de 2019 e 2020.[8]

Assim, deduz-se que a atual situação do clube foi construída ao longo dos últimos anos, as más práticas de gestão, inclusive com indícios de atos ilícitos, e a ausência de transparência contribuíram para o vigente calvário celeste.

De maneira semelhante, em termos técnicos, o drama vivido pelo Cruzeiro na atualidade não é o único no país. O Club de Regatas Vasco da Gama e o Botafogo de Futebol e Regatas, tradicionais clubes cariocas detentores de maciças torcidas e com forte potencial mercadológico, também partilham de problemas similares aos do clube mineiro e, recentemente, têm sofrido com reincidentes rebaixamentos num período curto de 10 anos. Todavia, Vasco e Botafogo ocupavam, respectivamente, a 7ª e a 8ª posição no ranking de Transparência no estudo da PluriConsultoria, de 2012,[9] enquanto o estudo do GloboEsporte.com coloca os clubes na 6ª e, respectivamente, na 13ª posição,[10] estando, portanto, melhor ranqueados do que o Cruzeiro.

Casos como esses evidenciam que é cada vez mais urgente discutir a gestão e a transparência no futebol brasileiro. Já no início do novo milênio, Luiz Marcelo Vídero Vieira Santos, na dissertação de Mestrado intitulada A evolução da gestão no futebol brasileiro, defendida em 2002, refletiu sobre tais aspectos e trouxe boas contribuições para o debate em torno dessa temática. O autor faz uma leitura histórica da profissionalização da gestão do futebol brasileiro, discute desde a fase do amadorismo nos primórdios, quando o esporte se caracterizava mais como uma prática das classes privilegiadas, aos dias atuais, em que, segundo o pesquisador, o esporte convive com um dualismo: se, por um lado, com os atletas permite-se uma aparente profissionalização e presume-se uma busca por boa perfomance, por um rendimento estável e por resultados efetivos, por outro, na prática, no que pese à gestão e à administração dos clubes, ainda não haveria a reprodução de tal prática e preocupação, pelo menos não na conjuntura do futebol brasileiro em 2002.

Ainda segundo o diagnóstico feito por Santos (2002), o amadorismo é uma constante nas gestões dos clubes brasileiros, totalmente arraigada em modelos ligados a um Brasil marcado por relações de privilégio e de exploração, no qual o domínio de pequenos grupos se faz presente nessas agremiações a partir de “um ethos conservador, oligárquico e ultrapassado”,[11] como aponta a seguir:

A caracterização dos dirigentes tradicionais lembra muito a tradição oligárquica e coronelista brasileira. Já sem tanto poder nos anos 1970, manteve pelo menos os currais eleitorais que a permitiram permanecer no poder após o fim da ditadura militar, nos anos 1980. No futebol não foi diferente, Alheios às mudanças, e, às vezes, defendendo-as, os dirigentes tradicionais continuaram mantendo seu poder, que só foi abalado recentemente, com as CPIs no Congresso. Já sua versão moderna, é muito mais um conceito, que propriamente uma realidade. É a adaptação do modelo de dirigente de uma empresa privada para o futebol. (grifo nosso).[12]

Sem dúvida, mesmo que haja aparentes revoluções no esporte, como as inovações trazidas pela Lei Pelé Nº. 9615 (1998), por exemplo, o modelo tradicional de quem comanda as associações esportivas ainda não foi superado. Em decorrência dessa defasagem, em 2002, Santos já denunciava as tenebrosas consequências, como se pode observar nas seguintes passagens de seu estudo:

A crise atual por que passa o futebol brasileiro, tão noticiada pelos meios de comunicação, está colocando todo o sistema numa encruzilhada. As duas CPIs instauradas no Congresso − a do Futebol, no Senado e a da CBF-Nike, na Câmara dos Deputados − mostraram o lado podre do futebol, o que atinge a sua confiabilidade. Mostraram a incapacidade das instituições (clubes, federações, CBF e sindicatos) em se organizar e gerenciar o esporte de maneira transparente e competente. Mostraram ainda a inadequação da legislação e das instâncias jurídicas desportivas para normatizar o futebol (grifo nosso).[13]

[…]

[…] Na verdade, atualmente [i.e., em 2002] a burocracia amadora, que hoje administra os clubes brasileiros, já age assim, com as conseqüencias já conhecidas. As decisões não são racionais e nem são baseadas em premissas concretas e no planejamento, o que leva a muitos erros e prejuízos, dentro e fora do campo. Além disso, a atuação em causa própria tem gerado corrupção e evasão de dinheiro dentro dos clubes, como comprovou as CPls (grifo nosso).[14]

Tais afirmativas evidenciam como a prática amadora encontra profundas e resistentes raízes na conjuntura institucional dos clubes brasileiros. Apesar da distância temporal, 19 anos após o estudo de Luiz Marcelo Vídero Vieira Santos, o Cruzeiro, a título de exemplo, sofre as consequências dessa cultura retrógrada, oligárquica e coronelista, enredado em uma das maiores crises já vivenciadas por um clube brasileiro, a ponto de ter sido punido pela FIFA com a perda de seis pontos, de início, na última temporada, na Série B.[15]

Luiz Felipe Scolari treina a equipe do Cruzeiro na Série B 2020. Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro/Fotos Públicas

Mas afinal, o que seria uma gestão administrativa responsável que realmente possa contribuir para superar o atual cenário?

Em estudo publicado na revista digital EFDesportes.com, intitulado “Gestão de qualidade em clubes do futebol brasileiro”, Silveira, Pillati e Laat (2012) sugerem que os melhores exemplos de gestão do futebol estão concentrados naqueles clubes que obtiveram certificação da ISO – International Organization for Standardization, instituição internacional que conglomera as associações de padronização e de normatização de mais de 160 países, incluindo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que trata de estabelecer requisitos que meçam a Gestão da Qualidade de Empresas e Indústrias. Como delinearam os autores, essas instituições futebolísticas investiram em administrações competentes, com adoção de claros objetivos de marketing, além de terem por foco ações que privilegiassem um tratamento adequado aos seus torcedores, principal público alvo dessas agremiações.[16]

Em outra análise sobre o tema, Pereira, Rezende, Corrar e Lima (2004), para além dos resultados conquistados em campo, apontam que os salários dos jogadores e a busca por um superávit são variáveis estratégicas a serem consideradas no planejamento dos clubes. Como exemplo de sucesso, os autores citam a gestão do tradicional clube inglês Manchester United, na segunda metade do século XX, a qual se orientava por três parâmetros estratégicos: “o controle salarial e de transferência dos jogadores, a maximização de receitas (fruto do desempenho em campo) e a exploração de seu estádio, construído para gerar receita o ano todo sob diversas formas”.[17] Segundo os autores, a adoção desse modelo pelo clube lhe permitiu colher bons frutos por meio dessa estratégia. E conforme é apontado a seguir, o chamado Taylor Report, de janeiro de 1990, teria sido decisivo para que o clube inglês mudasse sua filosofia de gestão:

O Taylor Report foi o responsável pelo lançamento de ações do Manchester United na bolsa de valores, pela intervenção governamental no processo de valorização do futebol inglês. O lançamento de ações representou um caminho para o clube se adequar às novas exigências da Lei, bem como para que a família conseguisse realizar todo o investimento feito no clube e iniciasse a concepção de um novo paradigma de gestão, depois de um longo período sem títulos e lucros.[18]

Alex Fergunon. Foto: Wikipédia

Em termos práticos, tal modelo adotado produziu resultados imediatos, fazendo com que o Manchester United se tornasse hegemônico na Premier League, na década de 1990 e nas primeiras décadas do novo milênio, conforme é apontado no site oficial do clube:

O Manchester United conquistou um recorde de 13 títulos na Premier League desde que a primeira divisão do futebol inglês recebeu esse novo nome em 1992.

Sir Alex Ferguson foi o homem que idealizou o triunfo na temporada inaugural da Premier League, em 1992/93. Os Reds conquistaram títulos em 1994, 1996, 1997, 1999, 2000, 2001, 2003, 2007, 2008, 2009, 2011 e 2013 – mais do que todos os outros clubes reunidos até o momento.[19] (Tradução nossa)

Na atualidade, outro aspecto apontado como de suma importância para o sucesso de gestão clubística é o compliance. Entre outros estudiosos, Alexandre Victor Silva Abreu (2020) defende uma urgente adaptação para profissionalizar e tornar mais transparentes a gestão dos clubes, a qual privilegie a prática de uma governança administrativa saudável e previna a prática de atos ilícitos. Diante disso, o jurista sugere a implementação do compliance para atingir tais finalidades:

[…] De forma sucinta, compliance consiste na adoção de um conjunto de medidas de controle interno e externo, em relação à governança corporativa, voltado para o cumprimento da legislação e padrões éticos de comportamento empresarial socialmente aceitos e responsavelmente estabelecidos de modo que sejam reduzidos substancialmente os riscos de responsabilização civil, penal e administrativa da empresa e de seus gestores ou ainda, visando reduzir riscos de danos à imagem da empresa.[20]

Outros defensores do sistema de compliance são os juristas André Sica e Octávio Souza Vidigal Filho, conforme matéria publicada no Lance! em 16 de novembro de 2018. Segundo sua definição,

Compliance significa agir em conformidade com determinadas regras, especificações, instruções e regulamentos Na prática, a criação de uma Política de compliance representa a adoção de um conjunto efetivo de princípios, regras, processos e ferramentas que permitem e facilitam a prevenção de ilícitos e irregularidades, o monitoramento das atividades internas de forma ampla e integrada, de forma a resguardar o negócio, mitigando e, por vezes, até evitando possíveis prejuízos financeiros diretos, danos à imagem e punições de qualquer natureza.[21]

Sendo assim, no que pese ao cenário brasileiro, o compliance é uma excelente alternativa para aprimoramento da gestão do futebol nacional, pois não somente adota políticas de boa governança, como também visa ao cumprimento da legislação, inibindo a prática de condutas que violem os preceitos legais do ordenamento jurídico.

Nos dias atuais, constata-se que alguns clubes brasileiros têm adotado o sistema de compliance e, com isso, buscado o caminho da transparência e da profissionalização em sua gestão, como demonstra, por exemplo, o São Paulo Futebol Clube, em cujo site oficial estão publicados os Balanços Patrimoniais por ano, na aba “Transparência”.[22] Algo semelhante ocorre com o Sport Club Corinthians Paulista, cujo site oficial, também na aba “Transparência”, exibe vários documentos, entre eles, o Regimento Interno do Conselho Deliberativo, o Regimento Eleitoral, as Atas de diversas reuniões, os Orçamentos e os Balancetes anuais.[23] Um terceiro exemplo é o do Grêmio Football Porto Alegrense, que possui um “Portal de Governança”, instituído “como forma de legitimar a política de transparência idealizada pelo Conselho Deliberativo do Grêmio”.[24] Dentre a documentação disponível no site, constam o “Organograma Executivo”, o “Estatuto Social”, o “Organograma Estatutário”, o “Código de Ética”, o “Planejamento Estratégico” e o “Orçamento”.

Tal comportamento dos clubes, pautado pela transparência e pela governança na gestão, aliás, está em conformidade com o que a PluriConsultoria já diagnosticava em 2012, ao justificar a elaboração de um ranqueamento em termos de gestão, tomando por base 32 clubes considerados mais populares, de 10 estados federativos:

A Pluri tomou a iniciativa de elaborar este Ranking por entender que o mercado brasileiro atingiu um grau de maturidade que exige das instituições uma ampla abertura de suas informações financeiras, o que possibilita melhorar o grau de conhecimento e análise do setor e, consequentemente, o seu desenvolvimento. Além disso, boas práticas já começam a surgir como exemplo e merecem ser mais amplamente divulgadas para que possam ser seguidas e até aprimoradas por outros clubes.[25]

Em artigo publicado em 2013, o pesquisador Antonio Carlos Estender também aponta para a necessidade de gestões profissionais de clubes do futebol brasileiro, algo que continua atual dada a conjuntura do momento:

Para que funcione, os clubes em seu planejamento estratégico precisam estar atentos em todas as mudanças e necessidades da organização, do mercado atuante e de seu público alvo, conhecer as necessidades de seus torcedores e o potencial da marca, saber onde o clube pretende chegar e o quê pretende explorar, para depois fazer o planejamento para o ano, e que as ações de marketing acompanhe as medidas para alcançar os objetivos da organização.[26]

Diante do exposto, vislumbra-se a emergente profissionalização e aperfeiçoamento das gestões de alguns clubes brasileiros, mas uma situação como a vivenciada pelo Cruzeiro ainda será recorrente, caso não ocorra profundas transformações na visão administrativa da maioria dos clubes brasileiros, que colaborem para a transparência e a credibilidade das instituições, fundamentais para a captação de investimentos. Como ressalta Abreu (2020), “[o]” principal ponto de discussão é sobre a forma pela qual os clubes lidam com temas relacionados com o controle, fiscalização e governança que embora sejam de extrema relevância, ainda não recebem a atenção merecida no Brasil”.[27] E de acordo com Sica e Vidigal Filho (2018), “[n]esse cenário atual, em que a informalidade, o amadorismo e a corrupção correm as estruturas do esporte nacional, retirando dele a credibilidade e o acesso ao capital, é imprescindível que as entidades esportivas enxerguem no compliance o início da caminhada para se reconstruírem”.[28] Sem dúvida, tal status quo compromete a imagem e a confiabilidade das agremiações esportivas, bem como reduz a competitividade do futebol brasileiro frente ao cenário internacional.

Sérgio Santos Rodrigues, presidente do Cruzeiro

Sérgio Santos Rodrigues, presidente do Cruzeiro. Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro/Fotos Públicas

 

Notas

[1] CRUZEIRO chega a R$ 500 milhões em dívidas e é investigado por operações irregulares. G1 Globo.com, 26 maio 2019. Acesso em: 07 mar. 2021.

[2] PRATA, Thiago. Dívida do Cruzeiro ultrapassa R$ 1 bilhão; clube divulgou novo déficit nesta quarta. Hoje em dia, Belo Horizonte, 07. jan. 2021. Acesso em: 07 mar. 2021.

[3] PRATA, Thiago. Dívida do Cruzeiro ultrapassa R$ 1 bilhão; clube divulgou novo déficit nesta quarta. Hoje em dia, Belo Horizonte, 07. jan. 2021. Acesso em: 07 de mar. de 2021.

[4] FERREIRA, Fernando. PLURI Especial: 1º Ranking Pluri de transparência financeira dos clubes de futebol. Universidade do Futebol, 03 out. 2012. Disponível em: <>. Acesso em: 07 mar. 2021.

[5] CAPELO, Rodrigo. Organização, auditoria externa e publicação: o ranking dos clubes mais transparentes e confiáveis do futebol brasileiro em 2019/2020. GloboEsporte.com, São Paulo, 02 jun. 2020. Acesso em: 07 mar. 2021.

[6] FERREIRA, Fernando. PLURI Especial: 1º Ranking Pluri de transparência financeira dos clubes de futebol. Universidade do Futebol, 03 out. 2012. Acesso em: 07 mar. 2021.

[7] CAPELO, Rodrigo. Organização, auditoria externa e publicação: o ranking dos clubes mais transparentes e confiáveis do futebol brasileiro em 2019/2020. GloboEsporte.com, São Paulo, 02 jun. 2020. Acesso em: 07 mar. 2021.

[8] Cf. FERREIRA, Fernando. PLURI Especial: 1º Ranking Pluri de transparência financeira dos clubes de futebol. Universidade do Futebol, 03 out. 2012. Acesso em: 07 mar. 2021; Cf. CAPELO, Rodrigo. Organização, auditoria externa e publicação: o ranking dos clubes mais transparentes e confiáveis do futebol brasileiro em 2019/2020. GloboEsporte.com, São Paulo, 02 jun. 2020. Acesso em: 07 mar. 2021.

[9] FERREIRA, Fernando. PLURI Especial: 1º Ranking Pluri de transparência financeira dos clubes de futebol. Universidade do Futebol, 03 out. 2012. Acesso em: 07 mar. 2021.

[10] CAPELO, Rodrigo. Organização, auditoria externa e publicação: o ranking dos clubes mais transparentes e confiáveis do futebol brasileiro em 2019/2020. GloboEsporte.com, São Paulo, 02 jun. 2020. Acesso em: 07 mar. 2021.

[11] SANTOS, Luiz Marcelo Videro Vieira. A Evolução da Gestão no Futebol Brasileiro. Dissertação, São Paulo: EAESP/FGV, 2002, p. 105.

[12] SANTOS, Luiz Marcelo Videro Vieira. A Evolução da Gestão no Futebol Brasileiro. Dissertação, São Paulo: EAESP/FGV, 2002, p. 73.

[13] SANTOS, Luiz Marcelo Videro Vieira. A Evolução da Gestão no Futebol Brasileiro. Dissertação, São Paulo: EAESP/FGV, 2002, p. 3.

[14] SANTOS, Luiz Marcelo Videro Vieira. A Evolução da Gestão no Futebol Brasileiro. Dissertação, São Paulo: EAESP/FGV, 2002, p. 21.

[15] CRUZEIRO é punido pela FIFA e vai começar Série B com menos seis pontos. GloboEsporte.com. Belo Horizonte, 19 maio 2020. Acesso em: 07 mar. 2021.

[16] LAAT, Erivelton Fontana de; PILATTI, Luiz Alberto; SILVEIRA, Jorge William Pedroso. Gestão de qualidade em clubes do futebol brasileiro. EFDeportes.com, Buenos Aires, ano 17, n. 173, out. 2012. Acesso em: 07 mar. 2021.

[17] CORRAR, Luiz João; LIMA, Emanoel Marcos; PEREIRA, Carlos Alberto; REZENDE, Amaury José. A gestão estratégica de clubes de futebol: uma análise da correlação entre performance esportiva e resultado operacional. Anais do 4º Congresso USP de Controladoria e Contabilidade. São Paulo, 07 e 08. out. 2004, p. 9. Acesso em: 07 mar. 2021.

[18] CORRAR, Luiz João; LIMA, Emanoel Marcos; PEREIRA, Carlos Alberto; REZENDE, Amaury José. A gestão estratégica de clubes de futebol: uma análise da correlação entre performance esportiva e resultado operacional. Anais do 4º Congresso USP de Controladoria e Contabilidade. São Paulo, 07 e 08. out. 2004, p. 9-10. Acesso em: 07 mar. 2021.

[19] PREMIER LEAGUE. Manchester United (site oficial). Acesso em: 14 mar. 2021. No original, temos:

Manchester United have won a record 13 titles in the Premier League since the top flight of English football was given that new name in 1992.

Sir Alex Ferguson was the man who masterminded the triumph in the inaugural Premier League season, in 1992/93. The Reds went on to win titles in 1994, 1996, 1997, 1999, 2000, 2001, 2003, 2007, 2008, 2009, 2011 and 2013 – more than all other clubs put together to date,

[20] ABREU, Alexandre Victor Silva. Compliance no Futebol – será este o caminho? Universidade do Futebol. 29 ago. 2020. Acesso em: 07 mar. 2021.

[21] SICA, André; VIDIGAL FILHO, Octávio Souto. O compliance e a reconstrução do futebol: especialistas abordam tema. Lance! Rio de Janeiro, 16 nov. 2018. Acesso em: 07 mar. 2021.

[22] TRANSPARÊNCIA. São Paulo Futebol Clube (site oficial). Acesso em: 07 mar. 2021.

[23] TRANSPARÊNCIA. Sport Club Corinthians Paulista (site oficial). Acesso em: 07. mar. 2021.

[24] PORTAL DE GOVERNANÇA. Grêmio Football Porto Alegrense (site oficial). Acesso em: 07 mar. 2021.

[25] FERREIRA, Fernando. PLURI Especial: 1º Ranking Pluri de transparência financeira dos clubes de futebol. Universidade do Futebol, 03 out. 2012. Acesso em: 07 mar. 2021.

[26] ESTENDER, Antonio Carlos. A importância da administração profissional para os clubes de futebol. Revista de Administração em Diálogo. São Paulo, Pontifícia Universidade Católica, v. 15, n. 3, set./out./nov./dez. 2013, p. 18-32, aqui p. 31. Acesso em: 07. mar. 2021.

[27] ABREU, Alexandre Victor Silva. Compliance no Futebol – será este o caminho? Universidade do Futebol. 29 ago. 2020. Acesso em: 07 mar. 2021.

[28] SICA, André; VIDIGAL FILHO, Octávio Souto. O compliance e a reconstrução do futebol: especialistas abordam tema. Lance! Rio de Janeiro, 16 nov. 2018. Acesso em: 07 mar. 2021.

 

Referências Bibliográficas

ABREU, Alexandre Victor Silva. Compliance no Futebol – será este o caminho? Universidade do Futebol. 29 ago. 2020. Acesso em: 07 mar. 2021.

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SANTOS, Luiz Marcelo Videro Vieira. A Evolução da Gestão no Futebol Brasileiro. Dissertação, São Paulo: EAESP/FGV, 2002.

SICA, André; VIDIGAL FILHO, Octávio Souto. O compliance e a reconstrução do futebol: especialistas abordam tema. Lance! Rio de Janeiro, 16 nov. 2018. Acesso em: 07 mar. 2021.

TRANSPARÊNCIA. São Paulo Futebol Clube (site oficial). Acesso em: 07 mar. 2021.

TRANSPARÊNCIA. Sport Club Corinthians Paulista (site oficial). Acesso em: 07. mar. 2021.


Como citar

SOUZA, Thiago Gonçalves de; CORNELSEN, Elcio Loureiro. Um olhar para a gestão administrativa e a transparência dos clubes nacionais, e o declínio cruzeirense. Ludopédio, São Paulo, v. 141, n. 49, 2021.