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Um técnico adelantado

Roberto Jardim

Quando era jovem e jogava basquete, então chamado apenas de Pepe, nosso último personagem teve uma ideia que, acreditava, poderia revolucionar o futebol. Na pequena Florida, lá por meados dos anos 30, ele pensava em levar para o gramado o que vivenciava nas quadras.

– Sonhei em aplicar o que é feito no basquete no futebol. Se fizéssemos isso, Nacional e Peñarol deixariam de ser o que são – disse certa vez em uma entrevista, quando já era conhecido como Profe De León.

O que era “feito no basquete” era a forma de jogar das equipes. Ou seja a parte tática. Todos marcam e todos atacam. Além, claro, dos princípios de marcação sob pressão, começando no campo do adversário, e a constante troca de posições e funções. E o que Bolso e Carbonero deixariam de ser era campeões – o que foram, intercaladamente, entre 1932 e 1976, e continuam sendo, com exceção de alguns poucos anos.

Pepe, porém, demorou para conseguir colocar essas ideias em campo. Afinal, após a carreira de jogador de futebol – chegou a ser cogitado para integrar a seleção que veio ao Brasil e venceu a Copa do Mundo de 1950 –, só em 1961 foi virar técnico, e, portanto, Profe De León. Também só foi colocar seu sonho em prática efetivamente, pela primeira vez, em 1971 – assustando cronistas e torcedores de então. Cinco anos depois, contudo, o que fora plantado em sua cabeça, lá nas quadras de basquete de Florida, dava fruto. E que fruto!

Naquele 1976 cinza e frio – muito por conta do outono e inverno rigorosos que se estenderam além do normal, mas outro tanto por conta da ditadura que comandava o Uruguai desde 1973 –, seu sonho se tornaria realidade e ele levaria um time pequeno, ou como falam em terras charruas, un cuadro chico, a levantar a taça de campeão nacional. Pela primeira vez, desde a profissionalização, uma equipe que não os dois grandes ficaria com o título.

E a conquista, que ficou marcada na história pela volta olímpica ao revés, não poderia ser mais marcante. Afinal, era um clube pequeno vencendo os grandes em uma época em que os pequenos da sociedade eram massacrados pelos grandes quase sem poder de reação.

E mais: aquela equipe vencedora era recheada de gente como as gentes uruguaias. Vindos das camadas pobres da sociedade e afeitas às lutas por seus direitos. A totalidade do grupo era contrária ao regime instalado no país. Muitos deles ligados a movimentos de esquerda, a começar pelo técnico. Profe De León, filiado ao Partido Comunista – por conta disso, deixaria de ser chamado para comandar a seleção uruguaia.

Mesmo sendo homem de esquerda e atento ao que ocorria no seu País, De León era contrário à luta armada, apontada e defendida por muitos como solução para o fim da ditadura. Ele acreditava na resistência feita nos pequenos gestos da vida pessoal, no amor às pessoas próximas, no trabalho… Enfim, uma resistência do dia a dia.

Por isso, José Ricardo De León foi escolhido técnico do Democracia Fútbol Club.

De Pepe a Profe De León

José Ricardo de León Aroztegui nasceu na pequena Trinidad, capital do Departamento de Flores, a 167km de Montevidéu, em 23 de setembro de 1923. Como o pai trabalhava na companhia ferroviária, a família mudava-se com frequência. Numa dessas mudanças, passando também por Durazno e Florida, Pepe teve sua estreia nas práticas esportivas, jogando basquete e futebol e praticando boxe e atletismo.

Cedo, ainda, conheceu Isabel – ele com 14, ela com dez anos. Ficaram amigos. Mais tarde namoraram e casaram-se, tendo três filhos. A partir daquela época, faziam tudo sempre juntos. Até na hora de ir para a universidade, onde cursaram Educação Física.

Entre as práticas esportivas, Pepe acabou escolhendo os gramados e começou na base do Peñarol de Florida. Em 1942, aos 19 anos, quando se mudou para Montevidéu, foi parar nos juvenis – hoje sub-21 do Nacional. Para estrear entre os profissionais, porém, precisou trocar de clube, e foi defender o Liverpool, também da capital uruguaia, em 1944.

Pepe jogou por 15 anos, passando por Litoral Sport, da Venezuela, Defonsor – onde teve sua melhor época, entre 1949 e 1951 – e pelo colombiano América da Cali. De volta ao Uruguai, atuou alguns anos no Santa Lucía e no Darling, ambos de Canelones. Ali, em 1959, pendurou as chuteiras, aos 36 anos.

Começou de imediato uma carreira como técnico, intercalada com as aulas de professor de Educação Física. Nos gramados, a primeira experiência foi nas categorias de base do Defensor, time ao qual se afeiçoou durante sua passagem pelo bairro de Pocitos. Dois anos depois, em 1961, chegava ao futebol profissional, assumindo o comando do Fénix.

No ano seguinte, porém, voltaria às categorias de base, desta vez no Nacional. No Tricolor ficou três anos, e chegou a comandar a equipe profissional durante cinco partidas, em 1965. Depois de um período se aperfeiçoando e apenas dando aulas, chegou ao Rentistas em 1969. E em 1971 assumiu, pela primeira vez, o profissional do Defensor.

Foi ali que a história começou a mudar, para Pepe e para o Defensor. Quem conta é o ex-jogador e hoje técnico de futebol Ricardo Tato Ortiz. Nas temporadas de 1971 e 1972, Tato estava chegando ao time de cima. Tinha apenas 14 anos. Naquele ano, lembra Tato, Pepe já era Profe De Léon e mostrava estar adiantado em termos de futebol.

El era un adelantado – resumiu, em uma entrevista em 2016, no seu apartamento no bairro de Pocitos.

Profe De Léon começou naquela temporada a colocar em prática um sonho da adolescência. Ou seja, passou a usar os princípios táticos do basquete no futebol. Todos os jogadores tinham que marcar. Igualmente, todos podiam atacar.

– Isso que fazem hoje Barcelona, Bayern e tantos outros times por aí, nós aprendemos a fazer lá em 1971, com Profe De León! – recorda Tato.

Naquelas duas temporadas, o Violeta não perdeu para os grandes – Nacional e Peñarol. Aquela revolução dentro de campo levou o clube das posições intermediárias na tabela, como a oitava colocação em 1971, à terceira, em 1972, atrás apenas dois pontos dos caboneros.

Familiares e amigos contam, com orgulho, que o técnico costumava viajar para conhecer novidades no futebol – assistiu às Copas do Mundo de 1962 (Chile), 1966 (Inglaterra) e 1970 (México) in loco, para aprender. Costumava trocar correspondências com treinadores de outros países e, alguns falam, inclusive, que teria uma relação próxima com o holandês Rinus Michels, criador do futebol total, primeiro com o Ajax, no começo dos anos 70, depois com a Holanda e seu Carrossel, em 1974 – daí, talvez o esquema montado no Tuerto.

O narrador uruguaio radicado na Argentina Victor Hugo Morales é um dos principais jornalistas esportivos da América do Sul. Foi ele o primeiro a comparar o estilo de jogo da Holanda na Copa do Mundo de 1974, na Alemanha, com o trabalho de De León no time violeta, em 1971 e 1972. “Era um time que jogava e lutava, era uma equipe que respeitava a si mesma”, comenta Morales no livro Una Vuelta a La Historia – Defensor del 1976: memorias de uma hazaña en ditadura, do jornalista Santiago Díaz.

Outros dizem que vem daí, dos primeiros anos de De León no Defensor, o esquema mais utilizado hoje em dia no futebol, o 4-2-3-1. Em seu livro, Díaz conta que o jornalista britânico Nick Dorrington também credita a De León a criação dessa tática.

Após uma excursão bem-sucedida pelo México, porém, De León acabou assumindo o hoje extinto Atlético Español, da cidade de Toros. Na temporada de 1973-1974 a equipe foi vice-campeã. Seu desempenho o levou ao Toluca, outro cuadro chico, para a temporada seguinte, conquistando o inédito título de 1974-1975 com o mesmo esquema implantado em 1971 na equipe uruguaia – até hoje ele é idolatrado pela torcida do clube.

Ainda em 1975, após a primeira taça da carreira, trocou o México pela Argentina, chegando ao Rosario Central – onde comandou Mario Kempes, que viria a ser craque da Copa do Mundo de 1978, levando a Argentina ao seu primeiro título mundial. O craque argentino costuma citar De León quando questionado qual foi o melhor treinador com quem trabalhou.

No Rosario, nova boa campanha, levando a equipe ao quinto lugar, após ficar em primeiro em um grupo que tinha o então todo poderoso Independiente de Avellaneda. No ano seguinte, voltaria ao Defensor, para mudar a história do clube e do futebol uruguaio definitivamente.

Campeão na terra natal

Da sua primeira passagem pelo Tuerto, De León deixou as portas abertas. Sua relação com os dirigentes era muito boa, principalmente com o presidente Julio César Franzini, a quem praticamente havia prometido voltar em curto prazo quando foi de mala e cuia para a primeira temporada como treinador no México. Assim, no final de 1975, após a boa campanha na Argentina, como bom filho, retornou ao clube de Pocitos.

Antes de começar os trabalhos, escreveu uma carta a si mesmo, em 21 de janeiro de 1976 – material que está exposto no Museo del Fútbol, no estádio Centenário:

“Hoje, às 16h, começo de novo minha luta por um ideal. O Defensor tem sido, ao longo de minha extensa trajetória futebolística, o inicio de toda minha glória. Tenho que recorrer a toda minha experiência e colocá-la a favor do Defensor. Os erros cometidos não se cometem duas vezes. (…) Devo lutar com inteligência e serenidade. Devo confrontar todas as contrariedades com paciência e esperar por elas sem surpreender-me. Sou dono do meu futuro. Dependo de mim e nada mais. Creio em mim? Claro, mas devo demonstrar isso a mim mesmo. Vamos à luta, então”.

E foi com esse espírito que o Profe comandou o Defensor naquela histórica campanha. Seus métodos foram absorvidos pelos jogadores ao longo da temporada, como recorda o ex-jogador Pedro Graffigna, camisa 4 do Democracia Fútbol Club:

– Trabalhávamos taticamente por posições ou linhas. Treinávamos sem goleiro para que aprendêssemos a marcar e a não levar gol. Fazíamos isso duas ou três vezes por semana. Com isso, automatizávamos os movimentos. Na frente, o Defensor jogava muito pelas pontas e chegávamos à frente com o maior número de jogadores possíveis.

Nem a goleada por 3 a 0, levada do Peñarol, na estreia do Campeonato Uruguaio daquele ano, mudou os planos de De León. Aliás, essa foi apenas uma das três derrotas da equipe naquela competição. Em 22 jogos, o time venceu 13 e empatou outras seis. O Tuerto marcou 32 gols e sofreu 24.

Com essa campanha, chegou ao último jogo dependendo apenas de si. Uma vitória sobre o Rentistas, naquele dia 25 de julho, e a história estaria mudada. Após 23 títulos do Peñarol e outros 20 do Nacional, enfim um cuadro chico iria levantar a taça.

Como em quase todas as partidas daquele campeonato, o Defensor começou arrasador. Aos 11 do primeiro tempo já vencia por 2 a 0. Na segunda etapa, porém, a partida mudou. Virou um drama. Precisando de um empate para não cair, o adversário foi para cima e marcou um gol aos 30 minutos.

A partir daí, com a torcida mordendo as grades do alambrado, o relógio parecia não andar mais. O Tuerto cedia espaços e o empate do Rentistas, que daria o título ao Peñarol, era questão de tempo. Nesse instante, brilhou a genialidade do Profe De León.

Faltando menos de cinco minutos para o final do jogo, o técnico decidiu tirar a pressão de cima dos seus jogadores. Durante a campanha, fazia isso por meio das entrevistas. Naquele momento, tirou um truque da manga. Levantou-se do banco e saiu caminhando, lentamente, em direção ao vestiário. Todos os olhos do estádio, inclusive os dos 22 atletas em campo se viraram para ele. Ganhou segundos de atenção. E, antes de chegar à linha de fundo, o árbitro trilou o apito.

Anos depois, explicou:

– Levantei-me e influenciei os 22 jogadores. Queria dizer, com aquele gesto, que a partida estava ganha. Assim, os jogadores do Rentistas deram a partida por perdida. Sai caminhando devagarzinho. E, em vez de olhar para a bola, que é o mais importante, os jogadores do Rentistas olharam para seu técnico. Distraíram-se.

O resto é história! Com o apito final, o Defensor estrearia uma tradição. Após erguer a taça, os jogadores saíram para a tradicional volta olímpica – criada pelos próprios uruguaios, na conquista da medalha de ouro nas Olimpíadas de 1924, na França. Só que aquela foi uma comemoração revolucionária e marcante.

Em protesto à ditadura vigente e ao status quo do futebol até então, os jogadores correram na direção contrária, naquela que ficou famosa como la vuelta olímpica al revés. Desde então, a equipe que se autointitula antissistema sempre comemora seus títulos dessa forma, em todas as categorias.

E o engajamento, cadê?

Você pode estar se perguntando onde está o engajamento político do Profe De León, não? Pois, além de revolucionário dentro das quatro linhas, o técnico do DFC era também avançado nas ideias. Pelo menos em parte delas.

Como já dissemos, era filiado ao Partido Comunista. Além disso, também era sindicalista militante como professor. E foi, desde o começo, oposicionista da ditadura instalada em 1973. Como contam suas filhas, Pilar e Sofia, no livro de Santiago Díaz, De León e sua esposa, Isabel, falavam o tempo todo de política. Os dois liam muito e estavam sempre bem informados.

Em casa, conversavam abertamente com as filhas sobre a situação política do país. Sofia recorda-se de que em 27 de junho de 1973, dia do golpe civil-militar no Uruguai, ele a acordou para dizer que não iria à escola por conta do acontecido. Como não entendeu, durante o café da manhã, o pai explicou a questão.

Pilar lembra, porém, que como todo ser humano, De León também tinha as suas contradições.

– Ele tinha ideias muito avançadas, mas também era absolutamente tradicional em outros campos – comenta ao contar que o Profe defendia a família como instituição e a fez casar-se cedo para não ficar sozinha em Montevidéu quando ele foi trabalhar no México.

Ela também relata que De León era um tanto machista, acreditando que apenas os homens entendiam de futebol. Mesmo assim, as filhas são unânimes ao falar que o pai praticava a pluralidade sem exceções.

Tanto que uma das suas exigências voltar ao Defensor, no final de 1975, foi a contratação do veterano Luis Alberto Cubilla. Aos 37 anos e já campeão com Nacional e Peñarol, Cubilla era declaradamente um homem de direita.

No livro de Díaz, Pilar lembra que De León era contrário à luta armada, defendida por parte da esquerda uruguaia como resistência ao regime. No começo da ditadura, ela esteve próxima de entrar para a clandestinidade, quando teve a orelha puxada por seu pai:

– Você vai lutar à sua maneira, resistindo! Resistindo na vida, em teus princípios, no amor – argumentou ele, convencendo a filha a não aderir à guerrilha.

Os jogadores que atuaram com ele naquele 1976, porém, recordam que seu posicionamento político pouco entrava no vestiário. Isso só aconteceu uma vez, como recorda o lateral Javier Beethoven em Una Vuelta a la Historia. Às vésperas da final, na concentração, o Profe chamou seu lateral para uma conversa e comentou, falando que o título era questão de horas:

– Isso é histórico! Único! Assim, a festa pelo título tem que ser diferente. Você tem que inventar algo novo, porque a situação e o contexto exigem. O povo está morto, as pessoas já não protestam… olhe para as ruas, não há nenhuma mosca aí fora.

Pela campanha e pelo feito, ambos históricos, De León passou a ser cogitado para a seleção uruguaia. Em 1977, a Celeste iria disputar as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1978, que seria jogada na vizinha, Argentina. A torcida, cansada de esperar pelo tri – o Uruguai havia sido campeão em 1930 e em 1950 – pedia o técnico revolucionário no comando da equipe.

Sua filiação política, porém, acabou com o sonho charrua. Os dirigentes da Asociación Uruguaya de Fútbol (AUF), tradicionalmente ligados à elite do país, não quiseram apostar no seu nome. O veto teria vindo direto da caserna, já que os milicos haviam derrubado o civil Juan María Bordaberry do poder no ano anterior.

O jornalista uruguaio César di Candia afirma que, em uma entrevista, De León comentou que a ditadura não o queria no comando da seleção. Além disso, o próprio técnico não teria aceitado dirigir a Celeste na época.

– A seleção estava quase militarizada – disse Di Candia a Díaz.

Já Sofia garante que o pai chegou a ser chamado pela AUF, mas se negou a trabalhar. De acordo com ela, os dirigentes exigiram que ele firmasse uma espécie de aval ao governo militar:

– Na época, ele não falou muito sobre isso. Tempos depois, contou que havia sido chamado, mas que seria impossível aceitar devido àquela condição.

Pilar complementa, lembrando que o pai sempre dizia:

– Primeiro estão os princípios.

Após o título, De León voltou ao México, para comandar o Vera Cruz. Retornou ao Uruguai, para ficar à frente do Nacional, em 1978. Nesse ano, perdeu sua esposa. Depois de passar dois anos na cama, entre final dos anos 60 e começo dos 70, com uma doença não diagnosticada, Isabel conseguiu se reerguer, mas morreu precocemente.

Por conta da tristeza e da amargura da perda, De León se afundou no álcool. Admirado por seus comandados, teve neles uma muleta essencial para sair daquele momento. Foi amparado pelos atletas do Bolso, que o ajudaram a se reerguer. O Profe voltaria ao Tricolor mais duas vezes, em 1986 e 1988. Retornaria ao Defensor, em 1979, e ainda teve passagens por Deportes Tolima, da Colômbia (1980 e 1981), pelo paraguaio Olimpia (1982), por Barcelona de Guayaquil (1983), pelo colombiano Unión Magdalena (1984) e, por fim, no Bella Vista, do Uruguai (1987).

El Profe morreu em 14 de fevereiro de 2010, aos 86 anos, ainda acreditando que os princípios estão sempre em primeiro lugar. Deixou, por sua personalidade e seu estilo de jogo, uma marca no futebol uruguaio. O jornalista charrua Joselo González escreveu sobre o trabalho do Profe na revista digital La Onda:

– Para encontrar no Uruguai semelhante revolução teórico-prática da envergadura e da importância de José Ricardo De León no futebol, é preciso remeter àquela feita por Joaquín Torres Garcia na pintura. Só eles marcaram suas profissões com um antes e um depois de seus nomes. Transcenderam seu escopo universalmente e, ao mesmo tempo, levantaram-se como escritores de si mesmos, criando uma nova linguagem para novos conhecimentos.


A série tem a colaboração de Diego Figueira, na revisão dos textos, e do craque do traço Gonza Rodriguez, nas ilustrações.

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