No rastro da Estrela Solitária

Autores

Fábio Franzini

Periódico / Revista

Motus Corporis

Cidade

Rio de Janeiro

Volume

v. 5

Número

n. 2

Páginas

p. 184-191

Ano

1998

ISSN

1413-9111

Resumo (pt)

De todos os ídolos que o país do futebol já conheceu, do primordial Charles Miller ao atual e globalizado Ronaldinho, Mané Garrincha é certamente aquele que ocupa o lugar de maior destaque em nosso imaginário popular, tantas são as histórias que o tomam por protagonista. Algumas verídicas, mesmo que possam variar nos detalhes “lembrados'” por cada um daqueles que por um motivo qualquer as recontam; outras, a maioria, inventadas a partir da equivocada identificação entre sua personalidade simples e uma suposta ingenuidade. Entre verdades e mentiras, talvez não seja exagero afirmar que todo brasileiro que se interesse ao menos um pouco por futebol conhece, ou pelo menos ouviu um dia, alguma narrativa envolvendo o personagem Garrincha – um personagem entre o lendário e o folclórico, que, de modo muito significativo, muitas vezes foi idealizado como um Chaplin da bola.

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Referência

FRANZINI, Fábio. No rastro da Estrela Solitária. Motus Corporis. Rio de Janeiro, v. 5, n. 2, p. 184-191, 1998.