Nunca houve um homem como Heleno

Autores

Marcos Eduardo Neves

Editora

Jorge Zahar Editor

Cidade

Rio de Janeiro

Tema

Biografia

Páginas

360

Ano

2012

ISBN

9788537808023

Sumário

1. Gilda! / 1947, 9
2. Rebelde sem causa / 1920-1933, 13
3. Cidade maravilhosa / 1933-1935, 22
4. Gênio indomável / 1935-1937, 31
5. Dançando nas nuvens / 1938-1939, 41
6. A explosão do gênio / 1940, 48
7. Sangue novo / 1941, 57
8. Entre tapas e beijos / 1942, 70
9. Um ano às avessas / 1943, 82
10. Às armas, cidadãos! / 1944, 92
11. O “Diamante Branco” / 1945, 101
12. O “Clube dos Cafajestes” / 1945, 113
13. Nas roletas da vida / 1946, 127
14. Dupla personalidade / 1946, 139
15. Um astro de Hollywood / 1947, 151
16. A estrela solitária / 1948, 163
17. Buenos Aires conquistada / 1948, 174
18. Ovelha negra / 1948, 181
19. O “Expresso da Vitória” / 1949, 191
20. Enfim, campeão carioca / 1949, 199
21. À beira de um ataque de nervos / 1950, 207
22. O vírus Heleno / 1951, 219
23. O embuste / 1951, 226
24. O médico e o monstro / 1951, 235
25. Sombras da loucura / 1952-1954, 243
26. Nada além de uma ilusão / 1954-1956, 253
27. Vida depois da morte / 1956-1959, 272

Sumário de jogos e gols, 293
Notas, 300
Bibliografia, 307
Agradecimentos, 313
Índice onomástico, 316

Sinopse

Foram 39 anos de vida, 305 jogos como profissional e 251 gols. Heleno de Freitas era um turbilhão dentro dos campos – o grande ídolo do Botafogo na era pré-Garrincha, tendo jogado também pelo Fluminense, Vasco da Gama, Boca Juniors e pela Seleção Brasileira. Fora do gramado era um sedutor irresistível. De um amigo tricolor do Clube dos Cafajestes ganhou o apelido Gilda, que remetia à personagem de Rita Hayworth no filme homônimo de Charles Vidor: linda, glamourosa e temperamental. Atributos que se encaixavam perfeitamente em Heleno.

O jogador teve uma vida intensa. Ídolo nos gramados e frequentador da alta sociedade carioca, era boêmio, perfeccionista, impulsivo e viciado em lança-perfume e éter. No fim da vida, sofrendo de sífilis e consumido pela doença, foi internado em um hospital psiquiátrico em Barbacena, Minas Gerais. Morreu, em 1959, em um sanatório, considerado louco. Nunca houve um homem como Heleno é a fascinante história de um craque-problema do futebol nacional.

Observações

Número de gols ao longo da carreira

O homem dos gols

1939-1948 – Botafogo – 235 jogos – 206 gols

1948- Club Atletico Boca Juniors – 17 jogos – 7 gols

1949 – Vasco da Gama – 24 jogos – 19 gols

1951 – América – 1 jogo – 0 gols

1944-1948 – Seleção brasileira – 18 jogos – 14 gols

 

Leia os capítulos 1 e 2.

Referência

NEVES, Marcos Eduardo. Nunca houve um homem como Heleno. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2012.